segunda-feira, 24 de julho de 2017

Reajuste salarial das Forças Armadas causa divergência entre Defesa e equipe econômica do Governo

Publicação original: 24/7 (00:17)
O reajuste salarial das Forças Armadas tem sido motivo de graves divergências entre o ministro Raul Jungmann, da Defesa e a área econômica do governo. A demanda dos militares já foi reconhecida como justa por cabeças coroadas da gestão Temer. Além de Jungmann, Eliseu Padilha, integrante do ‘núcleo duro’ palaciano admitiu no final de janeiro que “a carreira deles [militares] ficou defasada. Eles não fazem greve, estão sempre disponíveis, acabaram ficando pra trás”.

Milicos ‘Posto Ipiranga’
O uso frequente das Forças Armadas em atividades de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), além de outras que fogem completamente a destinação constitucional (Brasil afora, os militares têm realizado desde pesquisas com motoristas até mutirões de limpeza em pátios de colégios), desagrada à tropa e ao Comando, como declarou o general Villas Bôas no Senado: “Nós não gostamos desse tipo de emprego, não gostamos”, disse, em relação à atuação na Maré.

Lado bom
Apesar dos riscos óbvios, a banalização do emprego das Forças Armadas tem um componente positivo: o de vitaminar cada vez mais os índices de aprovação dos militares em todas as pesquisas de opinião. Some-se a isso o peso institucional dos fardados em meio à crise política que assola o governo e temos aí um cenário favorável para que as reivindicações sejam atendidas.

Reajuste de 15%
Os estudos da Defesa indicam um aumento médio de 15%, o que significa algo em torno de R$ 10,5 bilhões/ano no orçamento federal, cerca de 8% do déficit primário de R$ 131 bi previstos para o próximo ano.

Andar de baixo
A proposta de aumento do Ministério da Defesa prevê uma redução do descompasso entre os salários de generais e coronéis e as patentes mais baixas, como sargentos, cabos e soldados.

Lembrai-vos da MP do Mal!
O aumento do tempo mínimo e da idade-limite para a permanência no serviço ativo dos militares, alterações tidas como certas, sinalizam para uma compensação salarial que manterá os ânimos calmos dentro dos quartéis. O mesmo expediente foi utilizado pelo governo FHC quando da edição da MP do Mal, em dezembro de 2000. A supressão de diversos direitos dos militares veio acompanhada de um aumento, o chamado ‘soldão’, corroído rapidamente pela inflação.
Com informações do site Relatório Reservado
Fonte: Montedo.com

Um dia de Fuzileiro Naval - Evento Gratuito

Se liga Família Naval!
Atenção para às inscrições, 27 e 28 de julho/2017.
Evento recreativo para pessoas Autistas!

sábado, 22 de julho de 2017

ARMAZÉM DA PINGA - CADEG

Para os degustadores dessa preciosa iguaria genuinamente brasileira, a deliciosa CACHAÇA, que avança a cada dia no caminho da sofisticação, do requinte e da popularidade, ai vai um lugar de fácil acesso, onde você vai encontrar uma variedade de Cachaças especiais para pessoas, também, especiais como você, O ARMAZÉM DA PINGA, é uma loja onde vende cachaça e somente cachaça, localizados no Mercado Municipal do Rio de Janeiro, CADEG, Polo Gastronômico de Benfica. Galeria 01 Loja 06. 
Telefone: (21) 2580-0336 / (21) 99340-5288
Vale ressaltar que toda semana uma cachaça entra em promoção! 
Faça uma visita! 
Promoção da semana: Rio do Engenho Reserva 160 ml R$ 15,00. 
Funcionamento: Verificar horário de funcionamento através do telefone. 

sexta-feira, 21 de julho de 2017

CFN - Regata a Remo Escaler CFN

O belo cenário do Museu do Amanhã foi escolhido, pelo segundo ano consecutivo, para sediar a XV Regata do Corpo de Fuzileiros Navais, realizada no sábado, 8 de julho. A competição, organizada pelo Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), sob coordenação do Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (CGCFN), fez parte da XVII edição do tradicional “Circuito Poder Marítimo” e contou com a participação de diversas Organizações Militares da Marinha do Brasil, que disputaram nas categorias: feminino, aspirante, sub-24, misto, veterano, remo de combate e sênior.
Veja o vídeo:

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Memória aos Mortos da Marinha em Guerra

     Reverenciamos, hoje, os heróis das Marinhas de Guerra e Mercante, marinheiros e fuzileiros navais, que sacrificaram suas vidas nos vários conflitos travados pelo Brasil em defesa da integridade nacional, da soberania, e da segurança do tráfego marítimo.
     Cônscios da responsabilidade em valorizarmos a memória destes bravos brasileiros, que nos legaram um imenso e rico território, consolidaram a união nacional e elevaram o nome do Brasil perante a comunidade internacional, procuramos ampliar, a cada ano, a relevância das solenidades a bordo e em organizações de terra, bem como fortalecer a divulgação da magnitude desta data à sociedade brasileira.
     Desde as primeiras lutas em que o então Império do Brasil se envolveu, seja na Independência, ou nas Guerras da Cisplatina, contra Oribe e Rosas e da Tríplice Aliança, não faltaram exemplos de corajosos homens do mar, que colocaram o amor à Pátria e o cumprimento do dever acima de tudo. Dentre eles, destacaram-se o Guarda Marinha GREENHALGH e o Imperial-Marinheiro MARCÍLIO DIAS, que tombaram defendendo bravamente seus navios na Batalha Naval do Riachuelo.
     Extrato do BONO Nº 564 DE 21 DE JULHO DE 2017

     Veja mais detalhe AQUI

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Amizade Segundo Vinicius de Moraes.

O Dia do Amigo é uma data proposta para celebrar a amizade entre as pessoas. No Brasil, Uruguai, Argentina e Moçambique a data mais difundida para esta celebração é 20 de julho, aniversário da chegada do homem a lua. 

Amizade Segundo Vinicius de Moraes.

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos,
enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.

E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos !


Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos
e o quanto minha vida depende de suas existências …

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.

Mas, porque não os procuro com assiduidade,
não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.

Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem
que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.

Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.

E às vezes, quando os procuro,
noto que eles não tem noção de como me são necessários,
de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital,
porque eles fazem parte do mundo que eu,
tremulamente, construí,
e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho, porque essa minha prece é,
em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,
compartilhando daquele prazer …
Se alguma coisa me consome e me envelhece
é que a roda furiosa da vida
não me permite ter sempre ao meu lado,
morando comigo, andando comigo,
falando comigo, vivendo comigo,
todos os meus amigos, e, principalmente,
os que só desconfiam
– ou talvez nunca vão saber –
que são meus amigos!

A gente não faz amigos, reconhece-os.

Vinicius de Moraes

quarta-feira, 19 de julho de 2017

GptFNRJ promove palestra sobre acidentes de trânsito com motocicletas

Palestra do Capitão José Bento, instrutor do CBERJ
     O Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro (GptFNRJ) promoveu, nos dias 12 e 13 de junho, uma palestra de conscientização aos motociclistas.
     Proferida pelo responsável pelas equipes de primeiros socorros do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBERJ) o Capitão José Bento, a palestra contou com a presença de militares do GptFNRJ e foi voltada aos Cabos e Soldados. Nela foram abordados os seguintes assuntos: principais causas de colisões; condutas de segurança; e a importância do uso de equipamentos de segurança, com a finalidade de evitar acidentes de trânsito.
Fonte: 

Clube Carioca da Cachaça - Convite

     A Diretoria do Clube Carioca da Cachaça convida os apreciadores do inestimável líquido genuinamente brasileiro, CACHAÇA, para o seu 14o encontro, que ocorrerá no dia 22 de julho (sábado), a partir das 12 horas, no Mangue Seco, situado na Rua do Lavradio, 23/1o andar - Centro Antigo.
     O valor da adesão é R$ 15,00, com direito a degustação das cachaças convidadas.
     A Associação Esportiva Saco e Maca – AESM (popularmente “Saco Mucho”), estará presente.
     Vale ressaltar que no Mangue Seco tem bons tira-gostos e variados pratos, pra todo gosto...! 

     Vamos que vamos.
     Por Lucio Lucena. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Encontro da Turma 1/1985/CAdest/CFN (Goianos)

     Mais um marcante encontro de Turma de Veteranos Fuzileiros Navais, esta, foi a vez do 3o encontro da Turma 1/1985 (Encontro de Goianos), do então Campo de Adestramento do Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília DF - CAdest/GptFNBr, o evento aconteceu no dia 15 de Julho de 2017, sábado próximo passado, no Clube dos Bombeiros do DF, onde foi servido um suculento churrasco, regado com muitas cervejas. Contou com a presença de 24 Veteranos da Turma, alguns vindos de outros estados como, Rio de Janeiro, São Paulo, e Goiás, mais familiares e amigos.
     O sentimento de união aliada a memórias e histórias contadas pelos presentes, certamente deu um ar de nostalgia pelos 32 anos de ‘BRIOSA’!
      Confesso que me deixou um pouco emocionado, pois, tive a honra de ser o Comandante da Companhia desta Turma de Recrutas, não foi por menos, vejam a declaração do Líder do encontro, Veterano Geovane: Lucena você faz parte disso, da nossa história, fiz questão de eterniza-lo e estampa-lo em nossa camiseta festiva.
     Sensibilizado, agradeço não só ao Geovane, mas, a todos da turma pela deferência.
     Os tradicionais encontros de Veteranos tem um aspecto muito importante, CONGREGAR Fuzileiros Navais de ontem, de hoje e de sempre, são nessas reuniões, onde relembramos toda nossa trajetória no Glorioso Corpo de Fuzileiros Navais - CFN, e, aqueles que, por motivos diversos, resolveram deixar de seguir a carreira militar e honradamente seguiram outras profissões, relatam, também, suas experiências vividas.
     Parabéns pelo brilhante evento
     Bravo ZULU!
     ADSUMUS!
     Por: Lucio Lucena.
Camiseta festiva do encontro

segunda-feira, 17 de julho de 2017

17 de JULHO dia do Submarinista - Marinha do Brasil

Parabéns aos submarinistas e ao Comando da Força de Submarinos, que hoje completa 103 anos.

CCCPM - Oportunidade de sair do aluguel - Nota de BONO

CAIXA DE CONSTRUÇÕES DE CASAS PARA O PESSOAL DA MARINHA
Residencial Imigrantes 
- A CCCPM participa que foram iniciadas as obras de terraplanagem para a construção do empreendimento Residencial Imigrantes, no bairro de Neves, em São GonçaloRJ. Esse empreendimento é um projeto da CCCPM desenvolvido em associativo com a Caixa Econômica Federal (CEF). O prazo de construção previsto é de 24 meses. O empreendimento terá 252 apartamentos (4 blocos) com área de lazer, piscina, salão de festas, academia, quadra poli-esportiva e vaga de garagem. Fica localizado próximo da ARES-São Gonçalo e do Comando da Tropa de Reforço, do Complexo Naval de Mocanguê e da Base de Hidrografia da Marinha em Niterói. Em 10 minutos pode-se chegar aos mercados Carrefour e Sam’s Club. Destina-se aos militares (inclusive RM2), servidores civis e pensionistas da Marinha que poderão dispor, também, das condições especiais do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, com juros mais baixos, caso se enquadrem nos requisitos do programa. Trata-se de uma ótima oportunidade para sair do aluguel, especialmente, para o pessoal de menor renda. Existem, ainda, unidades disponíveis. Vale a pena conferir! Os interessados poderão obter maiores informações na Internet no site www.marinha.mil.br/cccpm/?q=empreendimentos-residenciais. Solicita-se aos Comandantes/Diretores de OM efetuar ampla divulgação desta matéria.
Nota do BONO de 17/JULHO/2017

sábado, 15 de julho de 2017

Oportunidade de carreira na Marinha(CP-CAP) em 2017.

Você que tem Ensino Médio Técnico e estava aguardando a sua vez, não perca esta chance! O CP-CAP-2017 têm 90 vagas em diversas especialidades e uma delas pode ser sua. Não perca tempo, acesse o site e confira o edital. 
COMANDO DA MARINHA 
DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA 
EDITAL DE 04 DE JULHO DE 2017 CONCURSO PÚBLICO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO PARA INGRESSO NO CORPO AUXILIAR DE PRAÇAS DA MARINHA (CP-CAP) EM 2017
     A Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM), na qualidade de Órgão Supervisor, torna público que, no período de 01/08/2017 a 31/08/2017, estarão abertas as inscrições do Concurso Público de Admissão ao Curso de Formação para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha (CP-CAP) em 2017. 
     O presente Edital estará à disposição dos candidatos na Internet, nos endereços www.ensino.mar.mil.brou www.ingressonamarinha.mar.mil.br, ou nos locais de inscrição listados no Anexo I.

A SAGA de um Veterano FN do GptFNNatal de 1970

Atualizada em 17/JUL/2017     
     Vejam que fato interessante de um Veterano FN que entrou no Glorioso CFN em 16/06/1970 e pediu baixa em 25/04/1978, dai partiu para São Paulo a fim de aventurar seu destino. Foi ai que começou sua SAGA… Vejam abaixo o depoimento narrado em duas partes pelo próprio Manoel Villaça (Macaiba) da turma de 1970 do GptFNNatal.
                      Parte 1
Fuzileiros Navais de Natal – década de 70
Meus Tempos de Fuzileiro Naval
Onde se lê: sacomucho nas fotos, leia-se: sacoemaca.blogspot.com.br
     Entrei para o Corpo de Fuzileiros Navais no Grupamento de Natal em 16/06/1970 e pedi baixa em 25/04/1978. O comandante era o então Capitão de Corveta Ivo José Pereira Werneck, e o Imediato, me parece que era Roberto, Capitão Tenente. Éramos sediados por essa época na Base Naval de Natal. Uns dois anos depois fomos transferidos para As intalações do antigo CIAT) no bairro das Quintas. O sargento que comandava o nosso pelotão de recrutas era o Sgto Vieira, e os cabos eram Xavier, Sampaio Queiroz... Não me lembro se tinha mais. Os amigos recrutas não me lembro os nomes de mais da metade. Mas ainda me lembro que o nº1 era Canindé; Mafra o nº11; Villaça (quem vos escreve, de Macaíba – na realidade de Santa Cruz, o primeiro menino oficialmente nascido na inauguração da Maternidade desta cidade em 13/02/1952) era o nº 23; os que não me lembro mais dos números: Macedo, Bernardino, Canuto, Jaime (de Caicó), Miranda, Cristovão, Roberval (estes três últimos de Santa Cruz), Lucas (de Canguaretama), Paulo (de Macaíba, chamado de lebréia); Ricardo (Ricardo Fernando Zuza)... Os demais não me lembro os nomes; alguns me lembro do apelido tais como Zé Carioca, porquinho, fazendeiro, macaco a óleo... Não me lembro mais dos outros. Foi dias felizes, esse período de recruta.
     Após o juramento da bandeira, nos dispersamos para vários pelotões; outros foram transferidos para o Rio de Janeiro, alguns dos quais nunca mais os vi nem tive notícias. Servi três anos e meio na tropa, em seguida fui transferido para a cozinha com a intercessão do Sgto Eneves e do grande SD Soares (de Macaíba) como ajudante da cozinha. Algum tempo depois veio Sgto Neto substituir o Sgto Eneves. Ali fiquei três anos e meio ao lado dos demais camaradas Fuzileiros Navais tais como o grande Cabo Bento; CB Ademar, CB Marconi, CB Xavier (marinheiro), CB Paulo (marinheiro), 1ª Classe Correia e outros CBs e 1ª Classes que não me lembro mais os nomes, além dos SDs Talvane, Soares, Guimarães e outros; o civil Albino, os Sgtos Itajubá (FN) e Martinho, CB Manoel (apelidado de Mané desmantelo, marinheiro); não consigo me lembrar os nomes dos demais, que me desculpem todos eles. Neste período de Cozinha nunca houve quaisquer punições por desacato, insubordinação ou serviço mal feito entre nós; éramos felizes.
     Em seguida veio uma grande mudança na Cozinha (mas para nós da Cozinha, uma tragédia) com a transferência do Gpto de Fuzileiros Navais de Recife para Natal. Entrou um novo comando no Quartel e uma nova administração na Cozinha. Até parecia que ninguém se entendia com dois Grupamentos aquartelados cada um querendo ser melhor que o outro; havia um clima estranho e de desconfiança e incerteza entre todos do Gpto de Natal.. Aquela família da nossa Cozinha se desintegrou e se dispersou; acabou-se sob um amargo constrangimento e um forte pressentimento de que nunca e jamais nos reuniríamos novamente naquele lugar; e foi assim mesmo. Uns foram para os Batalhões do Rio de Janeiro, outros ficaram no Gpto de Natal, e outros pediram baixa. Eu voltei agora para a Companhia de Serviços Gerais (não sei mais se o nome mesmo era este), onde fiquei um ano, e depois pedi baixa, indo morar em São Paulo (SP) em Set/1978 onde resido até hoje. Quanto àqueles companheiros da Cozinha, nunca mais os vi, a não ser por um pequeno momento em 1981 o CB Xavier (marinheiro) numa visita à sua residência em Igapó; o Sgto Neto, que por acaso ao tomar um táxi no Alecrim para ir à antiga Rodoviária marcar a passagem de volta a São Paulo (pois eu me encontrava de férias). Há... Foi um encontro marcado pelo destino onde nos abraçamos e choramos como meninos na Rodoviária lembrando-se daqueles tempos (e todo mundo perplexo ao nosso redor, alguns chorando sem saber nem por que); depois ele foi dar satisfação a todos eles, e qual o motivo. Uma palavra dele me dói até hoje (2012) quando desta passagem: - Quando será que nos veremos outra vez, Villaça, quando? – Me perguntava em lágrimas. - Só Deus sabe Sgto Neto, só Deus sabe, dizia eu também em lágrimas. E assim foi nunca mais nos vimos. Quando de férias outra vez em 1995 fui visitar o CB Bento em sua residência; também por pouco momento. Quanto aos demais... Nunca mais os vi. 

Parte 2
A SAGA DO VILLAÇA EM SÃO PAULO



O Meu Caminho Para São Paulo

     Um certo amigo de Infância (tinha 9 anos e ele 12 anos quando nos conhecemos), que depois foi morar no Rio de Janeiro aos 17 anos com os pais, lá entrou no Corpo de Fuzileiros Navais onde serviu por seis anos, de 1968 a 1974. Depois foi expulso acusado de furtos no Batalhão Naval, o que eu só soube em 1995 por um parente próximo dele em São Gonçalo do Amarante (RN); me encontrava de férias da Empresa que trabalhava em São Paulo (SP). Em Macaíba (RN) tinha notícias dele pelos parentes e quando duas vezes de férias do Batalhão Naval no Rio de Janeiro veio visitá-los. A última vez que veio à Macaíba em fevereiro de 1975, um pouco mais de um ano após ter sido expulso (e eu não sabia), nos encontramos várias vezes. Dizia ele que tinha pedido baixa. E numa das vezes ele me interrogou.
     -Você ainda serve nos Fuzileiros Navais?
Até hoje (2012) me lembro desta pergunta feita com um forte e aparente desprezo e despeito demonstrado friamente em seu semblante.
    -Sim, disse eu normalmente percebendo que havia alguma coisa estranha nesta pergunta, coisa que eu só pude discernir quando o encontrei em São Paulo.
      -Com aquele salariozinho minguado de soldado? Questionava ele.
     -Sim, isto mesmo, disse-lhe eu.
Depois de longas conversas no período de um mês e quinze dias entre Parnamirin - RN (onde já moravam seus pais) e Macaíba pude apurar dele que pediu baixa da Marinha (sendo expulso, é claro), e foi para São Paulo (SP) trabalhar numa Empresa de Metalurgia no departamento de Segurança e Vigilância onde seu primo era Gerente de Segurança. Logo em seguida, devido o tempo que passou na Marinha, e suas experiências com armas e prática de segurança militar, passou a ser o segundo Gerente na Empresa.
     -Ganho hoje um salário de “X” Mil Cruzeiros, disse ele.
     Não me lembro hoje (2012) quanto era em Cruzeiros, mas me lembro muito bem que era igualzinho a dez salários do que eu ganhava na Marinha na época. Disse-me ainda:
     -Se você quiser ir pra lá, eu te garanto a vaga. Afinal quem manda no departamento de Segurança e Vigilância sou eu e meu primo. A Empresa têm duas filiais, a Matriz em São Paulo, a filial 1 em Santos (SP) e a filial 2 em Campinas (SP). São aproximadamente 150 seguranças ao meu comando e do meu primo. Já coloquei na Empresa 16 ex-Fuzileiros Navais. Se você for lhe garanto ganhar de “X” Mil Cruzeiros. Também não me lembro hoje quanto era em Cruzeiros, mas uma coisa eu sei dizer claramente que era quatro salários e meio ao que eu ganhava no Corpo de Fuzileiros Navais; lembro-me muito bem até hoje (2012). Aí eu, ó... Ó o olho! Partiu ele para São Paulo e eu fiquei buscando ocasiões para dar baixa dos Fuzileiros Navais a qualquer custo; por pouco não fui expulso e quase peguei cadeias próximas a expulsão; havia ocasiões para isto. Mil conselhos me davam os amigos, de soldados iguais a mim a sargentos, suboficiais e alguns oficiais, parentes e meus pais.
     -Cai fora disso Villaça, tu estás muito bem aqui - Era como se fosse um os conselhos de todos.
     Um ano depois que aquele amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval foi para São Paulo (SP), ninguém mais me segurava. Pedi baixa aos trancos e barrancos. Depois de conseguir um dinheiro, em Setembro de 1978, no finalzinho da tarde cheguei a São Paulo; era domingo. Deixei passar uma semana para me familiarizar com o ambiente onde morava e o ar da cidade. Na segunda 2ª feira fui procurar o tal amigo acompanhado de um irmão da minha Igreja (Assembléia de Deus Ministério do Belém) que conhecia muito bem a região indicada por mim. Era em Guarulhos (SP), cidade vizinha a São Paulo no bairro de Cumbica. Fomos recebidos delicadamente pelo Gerente da Empresa de Metalurgia. Após relatar minuciosamente detalhes sobre os dois personagens, me veio à mente e ao coração o que jamais eu esperava, uma terrível, amarga e desoladora tristeza e decepção. Nunca havia o tal amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval e seu primo trabalhados como Gerentes na Empresa. Havia os dois personagens trabalhados lá com segurança, apenas. Eram investigados (sem que soubessem), por desaparecimento de vários tipos de materiais valiosos na Empresa nos seus turnos. Foram presos, me disse o Gerente da Empresa, mas logo foram soltos.
     Um amigo dele que trabalhava na Empresa (e que eram compadres e que não o via a dois anos, mesmo assim tinha notícias dele) e havia ouvido a conversa, e na minha saída, na surdina, me deu um endereço onde podia eu encontrá-lo. Estava determinado a encontrá-lo, pois minhas economias não durariam muito, e eu precisava dele para ver onde ele me arranjaria um emprego (veja só, mesmo depois daquela conversa com o Gerente), pois seu compadre me disse que ele estava muito bem, e poderia me arranjar um emprego. Fui procurá-lo no tal endereço. Era uma favela grande na zona sudeste de São Paulo. Depois de quatro buscas no local indicado, em duas semanas, tive o encontro com ele depois de perceber que havia uma forte resistência do dono daquele Bar (grande, mas de aparência duvidosa) para que eu não mais o procurasse; me sondado com muitas perguntas e desconfiado se eu era de alguma organização oposta ou um agente da polícia. Até hoje (2012) não consigo entender quem era eu, sabendo destas e outras coisas e o procurava; não consigo entender.
     Não me conhecia, nunca me viu e nem era de Macaíba (RN). Mostrou-me na cara o mesmo forte e repugnante desprezo que me havia passado naquela conversa lá em Macaíba sobre se eu ainda estava na Marinha e quanto ganhava. Senti na pele e na alma gravemente as circunstâncias em que me havia metido. O ambiente era negro e tenebroso, pois eu agora me encontrava dentro de uma favela (sem nenhuma descriminação aos moradores) cercado por mais de uma dúzia de cidadãos mal encarados (inclusive ele), armados até os dentes e me observando com caras de pau e dizendo pelérias afrontivas. E esse meu amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval persistia em que nunca me viu nem me conhecia. Depois de uma longa conversa forçada e mostrando a ele todas as referências nossas e umas fotos que eu havia levado na pasta que indicavam claramente sermos conhecidos, aos pouquinhos ele foi se mostrando flexível e lembrado de muitas coisas; não havia mais agora como se negar ou se esconder debaixo daquela cabana farsante.
     -Haaaaaaá, agora sei, sim, sei. Agora me lembro de você - Apresentou-me ele uma multidão de desculpas e razões em defesa porque não mais me conhecia. Depois de umas calorosas e farsantes desculpas, me disse que naquela Empresa onde eu estive a procura dele, foi tudo uma “armada” do Sindicato da sua classe e daquele Gerente e do Diretor da Empresa de Metalurgia.
     -Eu agora trabalho num empreendimento milionário, dizia ele - Fiquei curioso para saber e ao mesmo tempo desconfiado, pois dava para perceber visível e claramente o ambiente onde eu me encontrava. Era ele um poderoso traficante de drogas tendo as eu dispor um exército de capangas e colaboradores(as). Apresentou-me um milionário “ponto” subjugado a ele onde eu ficaria rico em menos de seis meses. E eu fui jogando na “dele” até ter certeza que sairia vivo de lá.  Após todos os detalhes “armados” de como eu deveria começar e os cuidados que deveria ter me despedi dele, tendo dado um endereço falso com muitas referências exigidas onde poderia me encontrar, parti para casa. O ambiente era negro e tenebroso pela aparência e pela presença dos que ali se encontrava, ele, seus capangas armados até os dentes, e outras muitas pessoas frequentadores daquele Bar, Sinuca, Cabaré e outras muitas coisas. Ali era o quartel general dele; mas não morava lá, e sim, num endereço desconhecido no momento - dizia ele a mim. Um dia nós vamos lá. Depois de eu ver seu progresso neste serviço que acabamos de acertar. Era este o endereço que aquele compadre dele me havia passado. Mesmo assim eu tinha quase certeza que não sairia vivo de lá, mesmo depois de todo o esforço e boa vontade que ele fez para me pôr no seu ramo de serviço milionário - dizia ele. Saindo eu daqui - pensava eu - vou ser fuzilado e descartado como queima de arquivo vivo pelas informações que tive o que eu poderia passar para a família e pessoas de Macaíba, Parnamirin e Natal. Seus parentes nada sabiam disso – tinha dito ele a mim.
     Enquanto conversávamos e traçávamos detalhes sobre o andamento dos serviços que deveria assumir, eu estava em constante oração mental ao Senhor Deus Pai e ao Senhor Jesus para que pudesse sair daquele lugar com vida. Despedimos-nos com um “Até amanhã de manhã”. Então falou para dois capangas bem armados dizendo com ar de deboche: - Levem esse ex-Fuzileiro Naval até a avenida; trate bem dele. No meio do caminho até a avenida os dois só conversavam sobre quem matou por causa de dívida do tráfico e outros detalhes da bandidagem. Encontrar-me, caso eu não aparecesse no amanhã de manhã, ele jamais poderia, pois eu havia lhe dado um endereço errado no bairro da Penha com todos os detalhes que ele pedia, e confirmava dizendo “Há, conheço muito bem; há, sei onde fica; há, já sei onde é”. Eu nem sequer conhecia a Penha, os detalhes que eu dava era que tinha ouvido umas três vezes de um irmão da Igreja que trabalhava no bairro da Penha; eu mesmo morava no bairro do Brás. Se me procurou, eu nunca soube e nem poderia saber.
     No dia seguinte fui procurar emprego de futuro e de verdade. Isto me custou caríssimo, pois eu não tinha profissão definida para enfrentar as exigências das Empresas Paulistanas (capital) e Paulistas (estado). Aí me arrependi grandemente, e grandemente me lastimei de ter saído do Corpo de Fuzileiros Navais, e de não ter ouvido os conselhos dos amigos soldados, cabos, sargentos e alguns oficiais, e de meus pais; agora era tarde. Teria agora que enfrentar e matar a mãos o dragão que me enfrentava frente a frente. Depois de muito penar e sofrer (e ponha penar e sofrer nisto!), encontrei um emprego ganhando muito bem onde trabalhei por onze anos. Sai para montar uma micro-empresa em 1989 com minha esposa onde trabalhamos até hoje (2012). Hoje somos felizes (eu e minha esposa), mas sofri muito até me estabilizar em São Paulo (SP).  
     Aquele tal amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval, e que tinha uma grande empresa milionária (mas ilícita), quatro anos depois (em 1982, não me lembro o mês) do último encontro que tivemos, foi eliminado com todos os seus capangas por facções rivais do serviço milionário (mas ilícito) numa guerra sangrenta que durou quase uma semana. “Uma sangrenta guerra entre traficante que durou cinco dias assombrou os moradores das favelas... (tal e tal (não digo os nomes) com intenso tiroteio e não poucas mortes entre eles; a polícia militar interviu com intenso rigor trazendo de volta a paz às famílias” dizia os jornais do dia. Pelas fotos estampadas nos jornais pude ver algumas caras desse ilustres e degradantes guerreiros da maldade mortos e seus respectivos nomes. Conheci claramente nas fotos o amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval e aqueles dois capangas que me acompanharam até a avenida; também estava lá aquele compadre dele que conheci na Empresa de Metalurgia.

     Parabéns Villaça pela perseverança! Que Deus ilumine seus caminhos e permita muitos anos de glória junto aos seus familiares na grande São Paulo.
QUEM É BOM JÁ NASCE FEITO!
Forte abraço dos Veteranos Contemporâneos Fuzileiros Navais.
ADSUMUS 
Obs.: esta postagem foi de 07 de maio de 2012.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Resultado do Processo Eletivo da AVCFN/SR/Capixaba

     No DIA 8 DE JULHO DE 2017, fizeram-se presentes em Itapemirim, Espirito Santo, os veteranos da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais, Seção Regional Capixaba, para cumprir o processo eletivo já solicitado em Edital público, onde foi aclamada a Chapa ADSUMUS, com nova diretoria que conduzirá os propósitos de congregação de valores inerentes à Marinha do Brasil e CFN.
     A composição da diretoria, passa a ser a seguinte a partir deste dia:
Presidente da Seção Regional : Veterano Atilio Candelário Simões;
Vice-Presidente: Veterano Marcellus (Sargento);
Presidente do Conselho: Veterano Antonio Carlos Soares de Azevedo;
Diretor Patrimonial: Veterano Ramos (Administrador);
Diretor Social:Veterano Julison;
Secretario:Veterano Welington e demais diretores a serem empossados no dia 15 de julho de 2017.
     O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA COM SEU DEVER, DEUS NOS PROTEJA NESSA NOBRE MISSÃO PATRIOTA !
     VIVA O BRASIL! VIVA A MARINHA DO BRASIL! VIVA O CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS!
     ADSUMUS
     SEÇÃO REGIONAL CAPIXABA !

     Veterano Candelario
     Presidente

Doe Sangue, Ajude a Salvar Vidas

Saúde Naval
– No limite. Em geral, é desta forma que o estoque do banco de sangue do Hospital Naval Marcílio Dias se encontra. Para mudar esse quadro, é preciso que cada membro da Família Naval queira ajudar. Uma bolsa de sangue pode salvar uma vida. Doar sangue é um ato seguro, um ato de amor. Doe, incentive seus pares e subordinados, familiares, organize grupos de doação. Ajude o Banco de Sangue do HNMD. Acesse www.saudenaval.mar.mil.br ou entre em contato através dos telefones (21) 2599-5481/5482 para saber maiores informações. 
#SomosTodosFamiliaNaval.
Nota do BONO Nº 529 DE 12 DE JULHO DE 2017. 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Moro condena Lula a 9 anos e 6 meses de prisão por caso tríplex

Esta é a primeira condenação de Lula no âmbito da Lava Jato; ele ainda é réu em outros quatro processos. Cabe recurso

(Orlando Brito/VEJA/VEJA.com)
Procurado por EXAME.com, o Instituto Lula informou que ainda não foi notificado sobre a decisão.
notificado sobre a decisão.
Veja também
Em suas alegações finais do processo,  o MPF pediu a prisão de Lula em regime fechado, sustentando que ele recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio – de um valor de R$ 87 milhões de corrupção – da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012.
Segundo o MP, Lula teria recebido o tríplex no Guarujá como contrapartida por contratos fechados entre a OAS e a Petrobras durante sua gestão.
Do total, R$ 2,4 milhões se referiam a melhorias e reformas de um tríplex no Guarujá, e outro R$ 1,3 milhão teria financiado o armazenamento de seus bens pessoais entre 2011 e 2016, incluindo o acervo de presentes recebidos durante seus anos na presidência, segundo a acusação do MPF.
Também são réus no caso o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, os executivos da empresa Agenor Franklin Medeiros, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine e Roberto Ferreira, e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.
Todos são acusados de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. A ex-primeira-dama Marisa Letícia teve o nome excluído da ação após a sua morte, em fevereiro passado.
A denúncia contra o ex-presidente foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em setembro de 2016. Veja a íntegra do documento. 
Leia a sentença expedida hoje:

Cartão de estacionamento do idoso = 60 ANOS

Atualização em 12/JUL às 17h30min.
Na realidade o documento que diminui a idade é a RESOLUÇÃO SMTR Nº 2881 DE 07 JULHO DE 2017 (DOM 10/07/2017).
Clique AQUI  e veja o documento na Íntegra.

Do blog:
Pois é, escutei ontem 11/JUL/2017 terça-feira na Rádio Roquete Pinto, que a lei cartão de estacionamento do idoso (abaixo) foi alterada e diminuiu a idade para 60 anos, imediatamente fui no posto, que fica aqui perto de minha casa, a fim de me certificar, e, para minha surpresa, é real. Assim sendo já me municiei da documentação e logo mais vou me dirigir ao posto para dar entrada no requerimento. Não sou de aço, sou cumpridor dos meus deveres, mas, também, gosto de usufruir dos meus direitos. E você, vai ficar ai parado?

Veja a matéria do RJNOTÍCIAS:

Veja como solicitar cartão de estacionamento de idoso

O direito a estacionamento especial é garantido assegurado pelo Estatuto do Idoso através da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003.
O Diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), Silvain Fonseca, explica que esse direito é válido tanto para idosos que têm a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) como para os que são passageiros, mas é necessário ter uma credencial emitida pelo Detran.
Motoristas com mais de 65 anos e deficientes físicos e os acompanhantes de pacientes com doenças mentais podem estacionar de graça em vagas públicas e particulares, em todo o estado.
Para ter direito ao benefício é necessário um cartão especial emitido pelo Detran, que fica pronto em 30 dias. Para tirar o documento, o motorista deve ter habilitação e ser o proprietário do veículo.
Os interessados devem levar os seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e certificado de registro e licenciamento do veículo. O atendimento é de 8h às 17h.
Os estacionamentos que não respeitarem as medidas poderão ser multados em R$ 1,2 mil.
Vale lembrar que, salvo em casos de procuração, tutela ou curatela, quem deve dar entrada no pedido ao cartão de estacionamento do idoso é o próprio idoso, seja ele um passageiro ou o motorista.
Você pode requerer esta autorização com amparo na Lei Municipal nº 5.477 de 04/07/2012 e Resolução SMTR nº 2.250 de 24 agosto de 2012 (D.O. Rio nº 111, pg 28 de 27/ 08 /2012).
O cartão de idoso para vaga de estacionamento tem validade em todo território nacional, permitindo o estacionamento do veículo dirigido por idoso ou que tenha idoso como passageiro nas vagas específicas com a sinalização “idoso” ou “portador de necessidades especiais”. Apenas o cartão original pode ser usado, sendo vedado o uso de cópia.
O titular do cartão pode usar o mesmo em qualquer veículo, independente do proprietário ou condutor. Em algumas cidades, o cartão de estacionamento para idosos não os isenta do pagamento de estacionamento da chamada Zona ou Área azul. Recomendamos que o cartão seja plastificado para durar mais tempo.
O cartão não desobriga o idoso a cumprir com outros deveres na legislação de trânsito brasileira, como fazer o pagamento do IPVA em dia.
A credencial deve ser colocada, preferencialmente, na parte frontal do veículo, perto do volante, e com os dados da credencial mostrados para cima, pelo vidro dianteiro. Cuidado: não coloque a parte traseira do cartão para cima, apenas a parte frontal, onde não há seu nome.
Para solicitar o cartão de estacionamento de idoso no Rio de Janeiro siga as instruções   abaixo

1 – Para solicitação:
Documentos Necessários :
:: Requerimento padrão (versão .doc)
:: Comprovante de residência do requerente (cópia)
:: Carteira Nacional de Habilitação – CNH na validade, em nome do idoso (cópia)
:: Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV somente na categoria particular, do exercício vigente ou imediatamente anterior, em nome do idoso (cópia).
2 – Para renovação:
Documentos Necessários :
:: Requerimento padrão
:: Cartão vencido/a vencer.
:: Cópia do CRLV do veículo, atualizada.
:: Cópia da Carteira Nacional de Habilitação – CNH
3 – Onde Requerer:
Centro:
Rua do Riachuelo, 257 – Térreo.
Horário: 9h às 16h.
Santa Cruz (XIX R.A.):
Rua Fernanda, nº 155 – Sala 08.
Horário: 9h às 16h.
Engenho Novo (XIII R.A.):
Rua 24 de Maio, 931 – Fundos
Horário: 9h às 16h.
Barra da Tijuca (Subprefeitura da Barra):
Av. Ayrton Senna, 2001
Horário: 9h às 16h.
Leblon (VI R.A.):
Av. Bartolomeu Mitre, 1297
Horário: 9h às 16h.
Vila Isabel (IX R.A.):
Rua Visconde de Santa Isabel, 34
Horário: 9h às 16h.
Illha do Governador (Perto do Ilha Plaza):
Rua Orcadas, 435 – Acesso pela Rua Escritora Eneida de Moraes, ao lado do Ilha Plaza.
Horário: 9h às 16h.
Campo Grande (XVIII R.A.):
Rua Dom Pedrito, 1 – 2º andar
Horário: 9h às 16h.
Bangu:
Rua Fonseca, nº 240 – 2º andar – Shopping Bangu
Horário: 9h às 16h.
Irajá (Centro Administrativo Municipal – XIV R.A.):
Av. Monsenhor Félix, 512
Horário: 9h às 16h.
Em Cabo Frio  a credencial e feita  na Secretaria da Melhor Idade (Semei)  que fica na Avenida Teixeira e Souza, nº 2228, no bairro São Cristóvão, próximo ao trevo da Avenida Joaquim Nogueira.
Em São João de Meriti,  a credencial e feita  na Superintendência da Melhor Idade, que fica no prédio do Centro Cultural Meritiense, na Rua Panamense, s/nº, em frente à Praça dos Três Poderes, o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

4– Validade: 5 anos
Clique aqui para fazer download do Formulário de Cartão de Gratuidade de Estacionamento para Idoso.
Semei fica na Avenida Teixeira e Souza, nº 2228, no bairro São Cristóvão, próximo ao trevo da Avenida Joaquim Nogueira.

Publicado em 21 de junho de 2016 às 0:38.
Fonte: RJNOTICIAS

terça-feira, 11 de julho de 2017

Salve-se quem puder de um ataque virtual (interprograma)

Segurança pulou do 10º lugar para o topo das preocupações de quem usa a internet
As regras são básicas, mas sempre esquecidas! Segurança pulou do 10º lugar para o topo das preocupações de quem usa a internet. Uma loucura pensar que não é o cartão de plástico, mas a senha de seis dígitos que nos deixa à beira de um ataque… cibernético.
Bem, já falamos disso aqui, mas segue mais um check list preventivo: acesse sites de procedência não suspeita; não use computador de terceiros e nunca acesse o seu e-mail e o seu banco de um dispositivo que não seja o seu pessoal; mantenha a senha na sua memória; diversifique suas senhas; não forneça seus dados a pesquisas em redes sociais e nunca clique em links de e-mails enviados, supostamente, por bancos. Desconsidere! Haja rápido caso tenha suas contas violadas! E boa sorte!
Conecte-se com a gente: papodefuturo@camara.leg.br
***Reprodução autorizada mediante citação da fonte***