quarta-feira, 7 de maio de 2014

Fuzileiros e Marinheiros - 'Causo' - Por Espedito Moreira

        Um 'causo' de Marinha muito interessante contado em duas partes pelo Veterano e Escritor Espedito Moreira.
            Segue a primeira: 
FUZILEIROS E MARINHEIROS
Convivência doméstica nem sempre harmoniosa
Por Espedito M. Mello*

As notícias da segunda guerra mundial levavam para a minha região do sertão potiguar fotos e informações sobre os embates nos frontes de batalha. Na minha inocência, o que mais chamava a atenção era a grande quantidade de aviões, em formação, que cruzavam o límpido céu da região, quase sempre, na direção do aeroporto de Parnamirim. Era comum às pessoas saírem do interior de suas casas, ou darem pausa no que estavam fazendo, para observar a passagem daquelas nuvens de belos pássaros de aço voando em perfeita formação.

Por não saber o que havia no interior daquelas máquinas, minhas atenções estavam voltadas para os navios de guerra. Os canhões dos encouraçados “Minas Gerais” e “São Paulo” eram, para mim, um grande espetáculo. Vez por outra, a marujada aparecia de uniforme de licença. Adorava o chapéu e a gola, com âncoras desenhadas simetricamente, repousando sobre as costas do usuário. Daí, a minha decisão precoce: “quero ser marinheiro”.

Chegada a época oportuna, levantados e avaliados os pontos fortes e os pontos fracos, analisadas as vantagens e as desvantagens, tudo resultou no desvio do curso de ação. Fiz opção por ser fuzileiro naval, decisão que nunca me trouxe qualquer porcentagem de arrependimento. Não acabou, contudo, minha simpatia pelas coisas do Cisne Branco.

Quis o destino que eu fosse designado para realizar o meu primeiro curso de especialização fora das dependências do Corpo de Fuzileiros Navais – CFN. A conselho de um conterrâneo de comunidade, após a formação de soldado, eu deveria me candidatar ao primeiro curso de especialização que surgisse, fosse qual fosse, não deveria perder tempo. Ele era um exemplo bem sucedido.

Um colega me avisa: “olha, daqui a pouco, vai haver uma seleção para quem quiser fazer o curso de especialização de sinais, é uma decisão emergencial, vai enfrentar?” De sinais? O que é isso?  Quis saber. Olhando para a torre de sinais do quartel, ele aponta: “tá vendo aquele monte de bandeiras içadas, aqueles holofotes acendendo e apagando?” Tô, respondi. “Então, aquilo é o que o sinaleiro faz . Eles estão em comunicação com os navais da esquadra. Além do mais, o curso vai ser realizado em Natal, você não é de lá”? Corri até o local onde estavam sendo feitas as inscrições, preenchi alguns formulários, fiz a prova, passei, e, três dias depois,desembarcava a fim de ir para Natal.

A concentração foi no “NE Minais Gerais” ou no que restava dele. Pouco mais de cinquenta fuzileiros navais para os cursos de sinais e telegrafia, e cerca de duzentos e cinquenta marinheiros destinados a outros cursos. Boa parte dos fuzileiros tinha pouco mais de um ano de serviço, alguns tinham até menos, recém-saídos do curso de formação, e muito poucos tinham mais de dois anos. Os marinheiros, sem exceção, já haviam navegado muitas milhas. A partir dessa constatação, as piadinhas de mau gosto começaram a surgir, espírito de corpo, aliado a pouca empatia, falta de espírito esportivo e humor azedo. Tudo isso indicava o início de uma longa e difícil interação.

Dois contratorpedeiros transportaram o pessoal. Depois de quatro ou cinco dias de mar, chegamos ao destino. Foi uma viagem “apertada”, mas contando com a simpatia do “captain”, chegamos inteiros.

Fomos apresentados ao Centro de Instrução Almirante Tamandaré – CIAT, onde os cursos seriam realizados. Após a recepção, fomos lotados em unidades respectivas (Escola de Sinais para uns, Escola de Telegrafistas para outros, e assim por diante). O pessoal do curso de sinais foi dividido em duas turmas, compostas de marinheiros e fuzileiros. Todavia, nem salas adequadas havia para a realização das atividades escolares. Um espaço da garagem fora adaptado para esse fim. A justificativa era a forma como se havia decidido realizar o curso, o primeiro executado pelo estabelecimento naquela modalidade de especialização.

Depois das primeiras semanas, os conflitos e as antipatias começaram a florescer. A impressão que se tinha era que mais de 80% do corpo de alunos e de boa parte da guarnição da unidade não gostavam de “naval”, como eram apelidados os fuzileiros. A situação ficou mais azeda quando o comandante do CIAT, aproveitando a formatura de parada, manifestou opinião “simpática” aos fuzileiros navais. Dizia ele: “... tenho que ser duro na manutenção da disciplina, em especial para com os navais;se eu tiver que punir um marinheiro com um dia de impedimento por uma falta cometida, puno com cinco o fuzileiro que cometer a mesma falta”. Explicava: “o naval é um elemento disciplinado, tem mais consciência do que faz...”. O que deduzir disso?

Muitas vezes, éramos obrigados a ouvir, com certo deboche: “o marujo é muito mais preparado do que o naval. Vocês se tornam fuzileiros com apenas quatro meses de instrução, ao passo que nós levamos dois anos de instrução para sermos considerados marinheiros”. Quando oportuno, a resposta era imediata: “além de cantar o ‘Cisne Branco’ e fazer faxina, o que mais se aprende nessa escola de vocês, durante todo esse tempo?”

A opinião do comandante e os achincalhes de parte a parte eram digeridos de forma natural. Esse fenômeno parecia se originar de dois motivos: primeiro, tínhamos pouco tempo de serviço em relação aos marujos e já estávamos fazendo curso de especialização; segundo, éramos fuzileiros navais, isso nos tornava elementos da SP (Companhia de Polícia) e a SP prendia marinheiro.  O desagradável vinha de alguns oficiais (auxiliares). Conheci dois deles que não tinham só antipatia por fuzileiro naval, eles cuspiam ódio aos “amarelos”. Quando fingiam alguma simpatia, estavam à procura de oportunidade para execrar o adversário.

Não havia militares do CFN servindo no CIAT exceto os alunos. Vez por outra, um sargento da 3ª Companhia Regional de Fuzileiros Navais fazia uma visita ao estabelecimento. Aproveitando a oportunidade, a gente trocava algumas ideias. Certa vez, ele nos preveniu: “... fuzileiro quando serve embarcado, chega ao navio com a Caderneta Histórica vazia de punição e regressa ao quartel com ela transbordando”. Tranquilizava-nos, contudo, alegando que ali a situação era diferente, estávamos cursando algo não comparado às tarefas exercidas quando se está embarcado.

As aulas começaram, grupos foram se organizando, os bate-papos constituíam modos de interação, o universo das comunicações se reduzia. Acabado o horário de aula, tudo voltava ao “normal”. Os fuzileiros e os marinheiros eram designados para atividades gerais: segurança nos portões, nos alojamentos e, para mim, o pior deles – servir de rancheiro por trinta dias.

A cada dia, surgiam desentendimentos, pequenos e, às vezes, quase grandes conflitos interpessoais. A maioria dos fuzileiros, verdes ainda na malandragem peculiar aos marujos, chegava a perder a esportiva. O tempo parecia que ia fechar, mas sem chover de verdade. Isso parece não ter sido ignorado pela administração superior. Logo, os fuzileiros foram designados para, somente, fazer a guarda do estabelecimento. Um pequeno espaço foi reservado para servir de alojamento, unicamente para os fuzileiros. Ficamos meio que empilhados, mas tínhamos um território só nosso, ficávamos apenas com os nossos problemas.

Essa medida, se por um lado diminuiu as “tensões” entre navais e marujos, por outro, fez surgir outra rusga que até então não havíamos identificado. Mas isso fica para ser narrado noutra oportunidade. Por enquanto, vou deixá-los a “ver navios.”

 *Veterano e escritor. 
Calma Veterano, em breve sai a segunda parte, aguarde e mate a curiosidade...

terça-feira, 6 de maio de 2014

Distribuição de convites para o 40º Encontro de Veteranos

Se liga Veterano

   Relembro que a distribuição de convites para o 40º Encontro de Veteranos, a cargo da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN), será de 12 a 14 de maio/2014 para os Veteranos não Associados da AVCFN, de acordo com a nota publicada no BONO Nº 288 DE 17 DE ABRIL DE 2014 Click AQUI e veja www.avcfn.com.br e veja.

Pedido de ajuda para o Abrigo Lar, Luz e Amor

    O Abrigo Lar Luz e Amor, que atende até 25 crianças, com o propósito de reinserção ao núcleo familiar, está sem patrocínio, estando sem recursos para pagamento de contas e da folha de pagamento dos funcionários. As crianças, dentre eles 4 bebês, são, em boa parte "filhos do crack", crianças que sofreram abandono, maus tratos e outros tipos de violência.

   A necessidade inicial é de itens para o bazar, fraldas e nestogeno, mas, contribuição financeira para ajudar no pagamento de contas e da folha de pagamento, será muito bem vinda.
  Endereço para visitas: Av. dos Democráticos, 1090 – Higienópolis. Tel 2260-7650.
  Dados para auxílio financeiro: Banco Itaú - Ag. 0584 - CC: 50648-9.

  As informações acima foram averiguadas por este Blogueiro.


   Está se sentindo vazio? Preencha esse espaço com solidariedade. Saia desse buraco. Há muita gente precisando de você.
Gabriel Chalita. 

Comando do 3º Distrito Naval coordena Páscoa dos Militares em Natal (RN)

Comunhão Pascoal da família militar
   A Catedral Metropolitana de Natal recebeu, no dia 29 de abril, a Páscoa dos Militares. O ato religioso foi presidido pelo Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, e concelebrado pelos Capelães Militares daquela região. Participaram cerca de 750 militares e Servidores Civis das Forças Armadas e Forças Auxiliares. Nesse ano, a organização foi de responsabilidade da Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 3º Distrito Naval. A celebração tem o propósito de promover a Comunhão Pascoal da família militar em ato público de fé cristã, proporcionando o congraçamento entre militares e civis.
   Após a recepção ao Pavilhão Nacional e às Bandeiras de cada Força, a celebração prosseguiu com o Ato Penitencial, a Liturgia da Palavra, a Aclamação ao Evangelho, o Ofertório e a Eucaristia. O evento contou com momentos marcantes como o Toque de Silêncio, em memória dos militares mortos, e a homenagem à Nossa Senhora da Apresentação, Padroeira de Natal, quando militares do Corpo de Fuzileiros Navais de Natal conduziram o andor com a imagem da Santa para a coroação no altar, feita pelas Voluntárias “Cisne Branco” – Seccional Natal.
   Segundo o Capelão da Marinha, Capitão-de-Fragata (CN) João Batista, “ficou na tradição da vida militar brasileira a celebração da Páscoa dos militares. Gostaríamos de continuar essa tradição, pois é uma celebração que sempre envolveu todas as Organizações Militares, todos os quartéis, todas unidades e, nas capitais e grandes cidades, é um dia de congraçamento das Forças Armadas e Forças Auxiliares, em torno de um único ideal de vida: Jesus Ressuscitado.”
   A missa foi encerrada com as palavras do Chefe do Estado-Maior do Comando do 3º Distrito Naval, Capitão-de-Mar-e-Guerra Alexandre Augusto Amaral Dias da Cruz, que agradeceu a presença de todos e destacou algumas palavras do Papa Francisco.
   Fonte: MB Notícias

segunda-feira, 5 de maio de 2014

42º ANIVERSÁRIO DA AVCFN - Nota de BONO


  ASSOCIAÇÃO DE VETERANOS DO CFN 
– 42º ANIVERSÁRIO.
 
   Em 4 de maio de 1972, por iniciativa do saudoso Veterano Tenente Sinésio,foi organizado, no restaurante do Clube Naval, o “Almoço Fuzileiro”, início de uma singradura que passa por 8 de março de 1975, quando o V Alte (FN) Yves Cajaty, então Comandante-Geral do CFN, realizou, no CIASC, a primeira Festa da Velha Guarda, precursora dos atuais Encontros de Veteranos do CFN – no próximo dia 17 de maio será realizada a sua 40ª edição – e por 7 de outubro de 1995, quando foi realizada a primeira Assembleia-Geral, sendo eleito como Presidente o Almirante Grego. Passa, ainda pela criação das Seções Regionais, iniciando-se por Salvador (1996), Natal e Recife, seguindo-se Brasília, Sul(Porto Alegre), Uruguaiana, Nova Friburgo, Belém, São Paulo e Manaus, e pelo início das atividades ‘operativas’, em que Veteranos acompanham exercícios da FFE na Ilha da Marambaia, Itaóca, Três Corações e Formosa, onde, além de se atualizar com o estado da arte, auxiliam em ACISO, servindo como adestramento para situações reais, como em 2011, quando atuaram no HCamp organizado pela FFE na Região Serrana do Rio de Janeiro. Tendo como Missão congregar Fuzileiros Navais, demais Militares e Civis, a fim de cultivar o Espírito de Corpo e as tradições Navais, acompanhar o estado da arte da Marinha e, em situações extraordinárias, atender demandas da Sociedade, mantendo sempre o vínculo com a Marinha, realizar atividades esportivas, como a participação nas Corridas e na Ultramaratona do CFN, culturais, como os seminários Construindo o Futuro e Veteranos Ativos, assistenciais, incluindo visita a baixados em hospitais, operativas, como a marcha a pé Ilha das Flores - São Pedro da Aldeia, e sociais, de caráter beneficente, como a Festa de Fim de Ano de 2013, quando foram arrecadados 1.600 kg de alimentos, doados para instituições carentes, bem como participando de cerimônias, desfiles e outros eventos cívico-militares. Com muito orgulho, ostenta em seu Emblema a Medalha Mérito Tamandaré. Para maiores informações e visualização de fotos de outras atividades, consulte o site www.avcfn.com.br ou visite a Sede, na Ilha das Cobras, no prédio em frente ao HCM. “Soldados somos de outrora, Testemunhas desta história imortal, Personagens do passado presente, Cuja têmpera é a vida real, Egressos, Guerreiros Anfíbios, Veteranos Fuzileiros Navais”.

   ADSUMUS!
Extrato do BONO Nº 323 DE 05 DE MAIO DE 2014

Nota de Falecimento - FN Remador

   Ato de Fé Cristã
   Mais um Combatente Anfíbio parte para cumprir sua última comissão no Batalhão da Eternidade!
   Nota da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais Seção Regional Natal (AVCFN/SR/Na):
   "Um bom numero de Veteranos esteve presente ao sepultamento do Ex-Fuzileiro Naval conhecido como REMADOR, ocorrido em 01/05/2014 em Natal. Sob a organização da nossa Diretoria de Assistência por solicitação da família do falecido, o mesmo foi sepultado com o nosso uniforme tergal bege com o conhecimento do Comando do 3º Distrito Naval".
   Uma vez Fuzileiro, sempre Fuzileiro... Muita luz em seu caminho!


domingo, 4 de maio de 2014

Nota de Falecimento - Clóvis Pereira Caicó/RN

Anna Karlla, Rafael (de pé), Roberto, Clóvis e Pituleira, em 5/1/2014

   Profundamente consternados cumprimos o doloroso dever de publicar a nota de falecimento de Clóvis Pereira de Araújo, ocorrido na madrugada de quinta-feira 1/MAIO/2014 NO RN.
O saudoso Clóvis faleceu aos 88 anos vítima de uma infecção abdominal, era pai dos Editores do Blog do BAR de FERREIRINHA (Caicó/RN) Pituleira e Roberto Fontes e também de Anna Karlla e Rafael.

   Registro aqui os sentimentos de pesar da Associação Esportiva Saco e Maca - AESM (nosso popular “Saco Mucho”), da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais - AVCFN, em meu nome pessoal e de minha família aos familiares e amigos do saudoso Clóvis, que o Glorioso Pai com sua infinita misericórdia acolha sua alma no Paraíso eterno e conceda conforto aos seus familiares e amigos que aqui ficam nessas horas de transição!


AQUELES QUE AMAMOS NUNCA MORREM

APENAS PARTEM PRIMEIRO QUE NÓS...

sábado, 3 de maio de 2014

Festa em homenagem as Mães do Saco e Maca

      A nossa festa em homenagem as MÃES e aos aniversariantes do primeiro quadrimestre da Nossa Associação Esportiva Saco e Maca - AESM (popularmente "Saco Mucho") ocorrerá no próximo dia 11 de Maio domingo, e será servido um SUCULENTO STROGONOFF de carne a moda “Cheff Dagoberto”, com opção de peito de frango para os dietéticos, regado com muita cerveja gelada, refrigerantes e porque não, aquela apetitosa Cachaça Artesanal de Salinas/MG entre outras, para os degustadores assim como eu desse precioso liquido. Teremos também música ao vivo com o Seresteiro Hélio e seu teclado.

   O evento será no Salão Nobre do Condomínio Alte. Alves Câmara (Condomínio da Marinha), situado na Estrada do Dendê 2030 – Moneró, Ilha do Governador RJ ao lado da Igreja nossa Senhora Aparecida.

    A exemplo das demais festas de confraternização de nossa Associação participo que todos os Associados com suas respectivas famílias (esposa e filhos de menor idade) estão convidados e não pagam nada, inclusive suas genitoras, desde que estejam com suas mensalidades (primeiro semestre 2014) atualizadas. Os demais convidados, por adesão, sendo R$ 60,00 o casal, individualmente, 35,00 homens e R$ 25,00 mulheres, tudo incluído (comida e bebida a vontade).

      E por último, não menos importante É A COLETA DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS.

   Como já é do conhecimento de todos nós que a Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais-AVCFN em suas Festas Beneficentes, Assim como as nossas também não deixam de ser, faz campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis para doar a instituições carentes já cadastradas naquela Associação; a exemplo do ano passado, este ano a campanha da tonelada 2014 continua em evidência, coordenada pelo Diretor de Patrimônio daquela Associação, Veterano Rocha. Assim sendo, solicito aos nossos Associados e convidados que participarão de nossa festa, assim como todos aqueles que assim o desejarem, que contribuam com alimentos não perecíveis (Quantidade fica a critério de suas posses) a fim de somar a tão louvável campanha da AVCFN. Em nossa festa, a arrecadação será coordenada pelo Diretor de Assistência daquela Associação e sua Digníssima esposa, Veterano Ulisses e Dona Altenira.

    Aqueles que desejarem fazer suas doações na véspera da festa (sábado dia 10/MAIO), estaremos coletando na sede do “Saco Mucho” das 10 às 18 horas.

     Haverá sorteio de brindes entre todos os participantes da campanha de doação.

PROGRAMAÇÃO

12 horas, recepção, inicio do evento

13h30min será servido o almoço.

15h homenagens aos aniversariantes.

17h encerramento.

Contamos com sua presença e da dignifica família.

Faça bom proveito!


A mulher quando se torna MÃE,
Deixa de ser EU e passa a ser NÓS!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

A violência endêmica e os direitos humanos no Brasil



Os homicídos distribuídos pelo Brasil - Fonte Global Homicide Study 2013 - Fonte UNODC
  André Luís Woloszyn
Analista de assuntos estratégicos, pós-graduado em Ciências Penais e mestrando em Direito com área de concentração em direitos humanos.

 
Pela análise dos dados que vem sendo revelados sobre os índices de violência, tanto de parte de institutos de pesquisa nacionais como de órgãos internacionais, fica claro que estamos vivendo uma clara situação de violência endêmica no país. Nestas condições, torna-se difícil manter um discurso de negação feito, tradicionalmente, por autoridades governamentais que tentam minimizar o problema e com este proceder, acabam agravando-o.   
Continue lendo este artigo,  No defesanet Click AQUI é muito interessante!

Ministra não garante reajuste de militares das Forças Armadas

Audiência pública com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para debater o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, de 2015 Foto - Agência Senado
Brasília- Em audiência pública conjunta das comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, não garantiu o pagamento do reajuste de 28,86% aos militares das Forças Armadas. Segundo ela, a questão está na Justiça e a AGU entende que o pagamento somente será considerado quando houver conclusão deste processo.
 
Um dos requerimentos que solicitou a audiência é de autoria do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), presidente da CREDN. O evento é um desdobramento da audiência pública que aconteceu no último dia 9 de abril, na CREDN, com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim, e da Comissão Geral que discutiu o assunto.

Barbosa afirmou que está acompanhando de perto todas as questões pertinentes à Defesa Nacional e questionou a ministra sobre a previsão de pagamento do reajuste de 28,86% concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que entendeu que esse aumento, dado a princípio somente aos oficiais, deveria ser estendido aos demais militares.

Para o deputado, a ministra simplesmente não garantiu o repasse dos recursos para o pagamento dos militares. Segundo ela, a despesa com pessoal do Ministério da Defesa teve aumento de R$ 15,7 bilhões e o Acordo de 2013-2015 vai garantir um aumento de 30% na folha de pagamento de militares.
No entanto, se houver decisão judicial a favor dos militares, o governo pagará com precatórios.

 "Temos militares de auto padrão técnico e estamos observando o esvaziamento desse pessoal de alto nível das Forças Armadas, o que traz um prejuízo muito grande ao nosso país", destacou o deputado, tendo como exemplo o salário dos médicos que, nas Forças Armadas ganham pouco mais de R$ 3 mil, enquanto profissionais cubanos do Programa Mais Médicos percebem R$ 10 mil.

Eduardo Barbosa também se disse preocupado com o contingenciamento de recursos da Defesa que afetam o cronograma de execução dos Projetos Estratégicos das Forças Armadas. “Para se impor na América Latina e conseguir uma vaga no Conselho de Segurança da ONU, o Brasil precisa de uma retaguarda e uma infraestrutura”, afirmou. 
Fonte: defesanet.
Do blog:
Para maior conforto da tropa, ainda diz que:  No entanto, se houver decisão judicial a favor dos militares, o governo pagará com precatórios.
Durma com esse balaio de gato...