domingo, 27 de abril de 2014

Dobradinha do "Saco Mucho" em fotos


A volta das atividades das sextas-feiras no “Saco Mucho” no dia 25/ABRIL foi coroada de sucessos, muitos dedinhos de prosas, boas cachaças, cerveja geladíssima, belas piadas e a requintada Dobradinha do Manoel Rapadura. Só glória! Da direita para a esquerda: C. Alberto, Dagoberto, Medeiros (Cem), Júnior, Luiz Carlos, Elpídio, Maurício (sentado), Manoel Rapadura, Amaral, Formigão, Moscoso, Lucena, Inaldo, Junqueira, Moreno, Perini, Armando, Rinaldo e o invisível fotografo Iran. Só fera...
!
O disputadíssimo jogo de aliado de alto nível
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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Sargento Fahur revoltado ao prender um traficante

Veja a indignação desse sargento ao prender um traficante abastecido de drogas "Ele deveria levar um PAU, pena que a lei não permite"...

O que me revolta não é só ver nosso povo (POBRE) ser ridicularizado em programas humorísticos, o que me revolta é ver os ridicularizados dando ibope e rachando de sua própria humilhação.
André da Silva Franco

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Veleiro Cisne Branco representa o Brasil no encontro ‘Velas Latino-americanas’

Veleiros de oito países se apresentam no Peru, antes de seguir viagem até o México

LIMA - Oito veleiros do Brasil, Argentina, Equador, México e Venezuela chegaram à costa de Lima, no Peru, para a exibição 'Velas Latino-americanas', programada para este fim de semana.
 
O navio brasileiro é a fragata Cisne Branco, da Marinha, que desempenha funções diplomáticas e de relações públicas em eventos náuticos e também funciona como navio-escola.
A Argentina mandou a fragata ARA 'Libertad' e o catamarã 'Ice Lady Patagonia II'. O Chile participa com o bergantine 'Esmeralda' e a Colômbia com o  ARC 'Gloria'. A Venezuela será representada pelo 'Simón Bolívar'. Já Equador e México enviaram os barcos-escola 'Guayas' e 'Cuauhtémoc'.
A Marinha de Guerra do Peru abriu inscrições pela internet para os interessados em visitar os veleiros e mais de 1,5 mil soldados vão se encarregar da segurança durante o evento.
Em fevereiro as embarcações partiram do Brasil, passando pelo Uruguai, Argentina e Chile. Do Peru elas devem seguir para o Equador, Colômbia, Venezuela, República Dominicana e, por fim, México.
Fonte: Estadão

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sexta-feira 25/ABR no "Saco Mucho" - DOBRADINHA

   Depois de longo recesso nos eventos das sextas-feiras e de um feriadão com muitas praias, na próxima 6ª feira 25 de abril vamos voltar a todo vapor com nossos tradicionais encontros de todo final de semana; desta vez com a suculenta DOBRADINHA do Manoel Rapadura, que regressou hoje 23/ABR depois de dois meses viajando pelo Nordeste juntamente com o Dagoberto e respectivas famílias. Como não pode deixar de ser, esse saboroso prato tão solicitado, será regado com muita cerveja gelada e aquela saborosa cachaça artesanal de Salinas/MG, além daqueles gostosos dedinhos de prosas, isso com certeza não vai faltar, o Dagoberto e o Rapadura devem ter vindo cheios de novidades sobre essa temporada que passaram na boa terra!

Lembrete aos fofoqueiros e Cia...

Quem fala mal de você tem três coisas no coração:

1º - Vontade de ser você.

2º - Vontade de ter o que você tem e

3º - Vontade de fazer o que você faz...

sábado, 19 de abril de 2014

Morre o narrador esportivo Luciano do Valle

Narrador passou mal durante voo para Uberlândia, não resistiu e faleceu
Publicado: 19 de abril de 2014 às 17:43 - Atualizado às 18:11
Por:
Luciano do Valle - Futebol Narrador Band
Luciano do Valle era o principal narrador do Grupo Bandeirantes. Ele faleceu neste sábado 
(19), aos 70 anos
O narrador esportivo Luciano do Valle, 70, morreu na tarde deste sábado (19) em Uberlândia, depois de passar mal durante um voo e ser internado em um hospital da cidade, onde narraria amanhã o jogo Atlético Mineiro e Corinthians. Ele saiu de São Paulo (SP) e foi socorrido ainda no aeroporto, mas a morte do narrador foi confirmada pela Band, onde trabalhava.
O apresentador estava no voo da TAM (3244), de Congonhas-Uberlândia acompanhado de um médico. Ele passou mal ainda no avião, foi levado ao hospital, mas não resistiu. O óbito foi confirmado às 16h15. Luciano do Valle era o principal narrador da Band, onde trabalhou durante quase trinta anos. Em 2013, ele completou 50 anos de carreira.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Filho é registrado por mães homoafetivas

Por decisão do TJ-MT (Tribunal de Justiça do Mato Grosso), um menino terá no registro de nascimento o nome de duas mães. As mulheres, que são homossexuais, vivem juntas há 10 anos e decidiram ter um filho. Em comum acordo com a companheira, uma delas gerou a criança por meio de inseminação artificial (fertilização in vitro), com sêmen de um doador anônimo.


Após o nacimento da criança, o casal entrou na Justiça com uma ação solicitando para ser reconhecida e declarada como mãe a mulher que não gerou o bebê. Além desse pedido as duas solicitaram a conversão da união estável em casamento.

40º Encontro de Veteranos do CFN - Nota de BONO

   - Em 17MAI será realizado o 40º Encontro de Veteranos doCFN, no CIASC, organizado pelo CGCFN,representando mais uma oportunidade para congregar Fuzileiros de ontem e de hoje. Desde sua primeira edição,em 1975, os Encontros têm permitido rever amigos de antigas jornadas e expandir a Associação de Veteranos do CFN – por oportuno, se você ainda não é Associado, seja bem-vindo! Os convites para o Encontro serão expedidos pelo CGCFN, com distribuição a cargo da AVCFN. Todo Veterano, independentemente de ser ou não membro da AVCFN, poderá receber até três convites –o seu e dois para seus dependentes. Para que todos possam melhor aproveitar a festa, é preciso ter uma estimativa de quantas pessoas estarão presentes e quais locais, no Grande Rio, precisarão de ônibus para facilitar o transporte dos Veteranos e convidados para o CIASC. Assim, é preciso contar com a colaboração de todos, conforme os procedimentos a seguir.

    Entrar em contato com a Secretaria da AVCFN, até 30ABR, pessoalmente (Sede Nacional, em frente ao HCM), por telefone (2233-3162; 2126-5107; 2253-1170) ou pelo e-mail secretaria@avcfn.com.br, e informar nome, município/bairro onde reside e a quantidade de dependentes que pretende levar ao evento. Estes dados permitirão estimar a quantidade de pessoas que comparecerão e os pontos de partida e de ônibus que precisarão ser disponibilizados.



shorts. 
 Extrato do BONO Nº 288 DE 17 DE ABRIL DE 2014
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Regata Âncora Social - (ARES-SG)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

“MENSAGEM A GARCIA” - Por Espedito Moreira

O mito que abarrotou a conta bancária de seu autor
Espedito M. de Mello*

     “Mensagem a Garcia” virou título de um artigo escrito pelo jornalista americano HelberHabbard, em 22 de fevereiro de 1899, publicado na revista “Phillistine” de sua propriedade. Segundo o autor, esse texto fora escrito para preencher espaço na revista que estava prestes a sair do prelo. A publicação do texto teria ocorrido sem título algum.

Ouvi, pela primeira vez, a expressão “Mensagem a Garcia” quando estava no meu curso de formação de fuzileiro naval. Já se passaram algumas décadas. No calor das instruções, era comum escutar essa expressão, proferida pelos instrutores: “vocês precisam ser capazes de entregar mensagem a Garcia”. Não havia detalhes dessa missão. “Isso é mais difícil do que levar mensagem a Garcia” soava, por vezes, como tarefa difícil de execução.

Durante alguns anos, habituei-me a ouvir expressões desse tipo, não lhe dando muito crédito, mesmo porque não dispunha de referencial.  Parecia “história de trancoso”.

Quando estava fazendo um curso por correspondência, ministrado por um estabelecimento de ensino de São Paulo, me enviaram, junto com outros materiais do curso, o texto da “Mensagem a Garcia”, até então incógnita. Exclamei: “Aleluia! Aleluia!...”Li-o várias vezes e depois o arquivei ou emprestei-o a alguém que não teve o cuidado de me devolvê-lo. Na época, era produto escasso. Hoje, a Internet tem esse texto de toda a forma e para todos os gostos.

Contam os fatos que naquela época, 1898, Cuba, há tempos, estava em guerra com a Espanha e buscava a sua independência daquele reino. Muitos cidadãos norte-americanos tinham negócios na ilha. Alguns dos ali domiciliados estavam inquietos com a situação. Para tranquilizá-los, os Estados Unidos teriam enviado a Cuba uma comissão que viajara a bordo do encouraçado Maine. O Império Espanhol não gostou e ordenou que sua Marinha afundasse a bela nave.

A esse episódio se juntaram outros, resultando numa guerra declarada entre os Estados Unidos e a Espanha.

Os Estados Unidos defendiam a independência de Cuba, tendo, como aliado, o comandante das forças insurretas, o general Garcia.

Irrompido o conflito hispano-americano, o importante era fazer contato com o chefe dos insurretos. O então presidente dos Estados Unidos, Mr. McKinley, precisava, urgentemente, comunicar-se com o general Garcia. O correio e o telégrafo, por razão de segurança, estavam fora de cogitação. Restava o canal mensageiro. Mas onde encontrar alguém capaz de localizar Garcia a fim de entregar-lhe uma mensagem? Esse homem existia? O que fazer?

“Há um homem chamado Rowan. E se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan” - alguém teria dito ao presidente (na edição que li a primeira vez, esse alguém era um coronel, membro da equipe de assessores do presidente, e Rowan, sargento).

“Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a em invólucro impermeável, amarrou-a ao peito, e, após quatro dias, saltou de um barco sem sequer uma cobertura, alta noite, nas costas de Cuba, de como se embrenhou no sertão para depois de três semanas surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil, e entregue a carta a Garcia, são coisas que não vem ao caso narrar aqui pormenorizadamente”.
         ”O ponto que desejo frisar é este
(diz o texto): McKinley, o presidente, deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan tomou a carta e nem sequer perguntou: ‘onde é que ele está?

Aqui o autor despreza alguns condicionantes, cria um cenário utópico ou quase isso. Isto porque o conteúdo do texto funcionava mais como dogma do que como ferramenta gerencial. Por falta de algo mais significativo, teve seu valor naqueles tempos.

Vejamos: Rowan que fora indicado por alguém (o coronel), conhecido pelas suas qualificações, pelo conhecimento do ambiente operacional e por sua capacidade própria de agir, tendo aceitado a missão, teria passado por uma rigorosa “orientação”. Alguém seria capaz de negar isso. Ele, portanto, não teria que fazer pergunta alguma ao presidente. A glória estava tão somente em receber das mãos do próprio presidente McKinley o objeto da sua tarefa. Por outro lado, há alguém capaz de supor que Rowan saiu de Washington para Cuba montado numa mula e atravessou as águas do oceano, que divide os dois países, de caíque? Em virtude da importância da missão, é de convir que um navio da Marinha americana transportou-o até as costas da ilha cubana e, numa noite bem escura, deixou-o num pequeno escaler, tendo ele próprio remado até terra firme. Daí para frente, provavelmente, utilizou seus conhecimentos sobre o território cubano para alcançar o general Garcia.

Nenhum indivíduo inteligente seria capaz de dispensar ajuda para facilitar o cumprimento de uma missão difícil. É bom saber que é sempre aceitável contar com uma boa retaguarda.  “Dá-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo”, teria dito o físico grego Arquimedes, cerca de 300 a.C.

No meu entendimento, o autor generalizou, ou seja, na sua ótica, todos deveriam estar no nível de capacitação de Rowan. Ignorou que Rowan era um indivíduo específico para aquela missão. E, por isso, fora escolhido. Só para testar: se em vez de levar a carta a Garcia em Cuba, a tarefa fosse levar essa mesma carta ao príncipe Hilakoff, embrenhado nas terras gélidas da Sibéria, na Rússia, Rowan teria sido o escolhido? Duvido. É muito provável que ele teria dito: “esta não é minha praia”.

A maioria dos homens pode ser competente para cumprir determinadas missões, mas não todas as missões. Cada elemento precisa ser devidamente preparado. Esteja na base ou localizado em outro nível da pirâmide organizacional. Não basta só ter o poder de ordenar e de atribuir missão. Esse poder tem de estar vinculado à responsabilidade de quem o determina.  É necessário saber atribuir a missão à pessoa capacitada para cumpri-la.

De qualquer forma, “Mensagem a Garcia” tornou-se um bestseller. Vendeu milhões e milhões de exemplares a órgãos públicos e a empresas privadas de vários países: Rússia, França, Alemanha, Turquia. China, Japão, dentre outros. Disseminou-se sua filosofia por todo o planeta.

Nos tempos atuais, depois das modernas teorias de administração preconizadas por Taylor, Fayol, Elton Mayo e seus seguidores, será que é possível a adoção da “filosofia” formalizada por “Mensagem a Garcia”?

                Admita-se que alguém responda afirmativamente à questão colocada. Poderá alegar que de nada adiantam essas teorias se a maior parte das pessoas está à margem do sistema educacional e não tem acesso ao seu conteúdo. Mesmo visto por essa ótica, é preciso ter em mente que “Mensagem a Garcia” funciona na base da opressão, de exemplos individuais. Não se presta ao processo motivacional consciente. Chega a ser maquiavélica. Abre horizontes para procedimentos individuais. Não é algo que possa ser generalizado e aplicado a qualquer situação, pois carece de embasamento teórico-metodológico.

Para pôr fim a essa ilusão, é necessário um adequado processo de desenvolvimento educacional efetivo, eficiente e eficaz. Não basta só ser rico,isso qualquer um pode ser. Ser desenvolvido requer outras qualificações. O país que ocupar as primeiras posições no fator econômico e for um dos últimos colocados no Índice de Desenvolvimento Humano - IDH , “Mensagem a Garcia”  poderá continuar sendo aplicada. Mas apenas por falta de opção. Ou por falta de uma visão mais consciente. E, ainda assim, não deixará de ser uma inadequada ferramenta educativa.

Com a palavra, o leitor.


*Veterano, Fuzileiro Naval e escritor. 
 Do Blog: 

      Sobre Espedito Moreira de Mello "colunista convidado".

    É natural de Lages-RN. Veterano Fuzileiro Naval Especializado em Telecomunicações Navais. Graduado em Administração pela Universidade do Distrito Federal e pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Após 30 anos de bons serviços prestados a Marinha do Brasil, em Especial ao Glorioso Corpo de Fuzileiros Navais - CFN, ingressou, mediante concurso Público, no Governo do Distrito Federal - GDF onde exerceu cargo de chefia, desenvolveu e coordenou a implantação de projetos técnicos nas áreas de Organização Administrativa e de Sistemas e Métodos, na Fundação do Serviço Social e na Secretaria de Administração do GDF, nos anos de 1982 a 1998. Escritor, autor do livro MEMÓRIAS DE UMA TRÍPLICE JORNADA, entre outras publicações). Hoje vive em Parnamirim/RN, onde desfruta das benesses que aquela bela cidade Norteriograndense oferece.

Nota de Falecimento - CMG (QC-FN) Chaves Lima

   Com muita tristeza cumprimos o doloroso dever de publicar a nota de falecimento do Capitão-de-Mar-e-Guerra (QC-FN) Renato Wilson Chaves Lima ocorrido na cidade de São Luiz do Maranhão no dia 12 de abril de 2014 – Sábado.
   Recebi a nota por e-mail do Secretário da MIREMAR Veterano Abdias Praciano em 16/ABR/2014, o mesmo informa que o saudoso Comandante Chaves lima serviu por muito tempo no Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém/PA (GptFNBe).
     Ficam aqui registrados os sentimentos de pesar da Associação Esportiva Saco e Maca - AESM (nosso popular “Saco Mucho”), Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais - AVCFN, em meu nome pessoal e de minha família aos familiares e amigos do saudoso Chaves Lima, que o Bom Deus com sua infinita misericórdia acolha sua alma no Batalhão da Eternidade e conceda conforto aos seus familiares e amigos nessas horas de transição.