terça-feira, 9 de abril de 2013

31 de Março comemorado em "alto" padrão


Dilma Proibiu, mas militares "comemoraram" o 31 de Março em “alto” padrão.
     Alguns dizem que não foi coincidência, a esquadrilha da fumaça se apresentar em Brasília, sem narração oficial e em pleno 31 de março, aniversario da contra-revolução que livrou o Brasil da ameaça comunista.  Foi uma beleza de apresentação.
   Os militares com sua disciplina e organização, a mesma que foi aplicada como uma vacina que extirpou o virus comunista ha 50 anos, realizaram belissima apresentação nos céus da capital federal, como que desafiando aqueles que até hoje não tem coragem de adimitir em público o que desejavam fazer do nosso país, e guardam ainda em sí, ardendo como fél, a mágoa de terem sido derrotados e envergonhados não somente pelos soldados brasileiros, mas pela sociedade esclarecida que se uniu em torno de um ideal, liberdade, simbolizada ontem pelo vôo dos pequenos e ageis aviões da FAB.
     
    A chegada das sete aeronaves foi em rasante à beira do Lago Paranoá. Foram apresentadas algumas das mais tradicionais manobras do grupo, como o coração, o looping em leque, o looping com desfolhado e o DNA com duas voltas. Os pilotos chegaram em formação normal, com sobrevoo em formato de flecha.
 Uma das primeiras manobras foi o looping com desfolhado, em que todos sobem juntos e, no momento de descida, separam em direções diferentes. Manobras de ponta cabeça também foram executadas para fascínio do público. Além dos rasantes, efetuados próximo à margem, a composição do coração foi uma das que mais chamou atenção.        Esposa de um coronel da FAB, a dona de casa Myriam Müller, de 48 anos, destacou o espírito cívico como um dos principais fatores de atração do público às apresentações militares. “A bandeira, o hino e outros símbolos nacionais estão um pouco esquecidos nas escolas. Sempre instruo meus filhos a buscarem conhecimento sobre a nossa história, pois isso é o que forma o caráter do cidadão”, opina. 
Mas ela lamentou o período de adaptação das novas aeronaves pelos pilotos, o que vai suspender por cerca de nove meses as apresentações do grupo. “A Esquadrilha vai fazer falta, porque onde ela vai carrega multidões”.
O comando da Aeronáutica nega que foi uma comemoração do 31 de março, é claro.

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