sexta-feira, 22 de junho de 2018

A SAGA de um Veterano FN do GptFNNatal de 1970

Atualizada em 17/JUL/2017     
     Vejam que fato interessante de um Veterano FN que entrou no Glorioso CFN em 16/06/1970 e pediu baixa em 25/04/1978, dai partiu para São Paulo a fim de aventurar seu destino. Foi ai que começou sua SAGA… Vejam abaixo o depoimento narrado em duas partes pelo próprio Manoel Villaça (Macaiba) da turma de 1970 do GptFNNatal.
                      Parte 1
Fuzileiros Navais de Natal – década de 70
Meus Tempos de Fuzileiro Naval
Onde se lê: sacomucho nas fotos, leia-se: sacoemaca.blogspot.com.br
     Entrei para o Corpo de Fuzileiros Navais no Grupamento de Natal em 16/06/1970 e pedi baixa em 25/04/1978. O comandante era o então Capitão de Corveta Ivo José Pereira Werneck, e o Imediato, me parece que era Roberto, Capitão Tenente. Éramos sediados por essa época na Base Naval de Natal. Uns dois anos depois fomos transferidos para As intalações do antigo CIAT) no bairro das Quintas. O sargento que comandava o nosso pelotão de recrutas era o Sgto Vieira, e os cabos eram Xavier, Sampaio Queiroz... Não me lembro se tinha mais. Os amigos recrutas não me lembro os nomes de mais da metade. Mas ainda me lembro que o nº1 era Canindé; Mafra o nº11; Villaça (quem vos escreve, de Macaíba – na realidade de Santa Cruz, o primeiro menino oficialmente nascido na inauguração da Maternidade desta cidade em 13/02/1952) era o nº 23; os que não me lembro mais dos números: Macedo, Bernardino, Canuto, Jaime (de Caicó), Miranda, Cristovão, Roberval (estes três últimos de Santa Cruz), Lucas (de Canguaretama), Paulo (de Macaíba, chamado de lebréia); Ricardo (Ricardo Fernando Zuza)... Os demais não me lembro os nomes; alguns me lembro do apelido tais como Zé Carioca, porquinho, fazendeiro, macaco a óleo... Não me lembro mais dos outros. Foi dias felizes, esse período de recruta.
     Após o juramento da bandeira, nos dispersamos para vários pelotões; outros foram transferidos para o Rio de Janeiro, alguns dos quais nunca mais os vi nem tive notícias. Servi três anos e meio na tropa, em seguida fui transferido para a cozinha com a intercessão do Sgto Eneves e do grande SD Soares (de Macaíba) como ajudante da cozinha. Algum tempo depois veio Sgto Neto substituir o Sgto Eneves. Ali fiquei três anos e meio ao lado dos demais camaradas Fuzileiros Navais tais como o grande Cabo Bento; CB Ademar, CB Marconi, CB Xavier (marinheiro), CB Paulo (marinheiro), 1ª Classe Correia e outros CBs e 1ª Classes que não me lembro mais os nomes, além dos SDs Talvane, Soares, Guimarães e outros; o civil Albino, os Sgtos Itajubá (FN) e Martinho, CB Manoel (apelidado de Mané desmantelo, marinheiro); não consigo me lembrar os nomes dos demais, que me desculpem todos eles. Neste período de Cozinha nunca houve quaisquer punições por desacato, insubordinação ou serviço mal feito entre nós; éramos felizes.
     Em seguida veio uma grande mudança na Cozinha (mas para nós da Cozinha, uma tragédia) com a transferência do Gpto de Fuzileiros Navais de Recife para Natal. Entrou um novo comando no Quartel e uma nova administração na Cozinha. Até parecia que ninguém se entendia com dois Grupamentos aquartelados cada um querendo ser melhor que o outro; havia um clima estranho e de desconfiança e incerteza entre todos do Gpto de Natal.. Aquela família da nossa Cozinha se desintegrou e se dispersou; acabou-se sob um amargo constrangimento e um forte pressentimento de que nunca e jamais nos reuniríamos novamente naquele lugar; e foi assim mesmo. Uns foram para os Batalhões do Rio de Janeiro, outros ficaram no Gpto de Natal, e outros pediram baixa. Eu voltei agora para a Companhia de Serviços Gerais (não sei mais se o nome mesmo era este), onde fiquei um ano, e depois pedi baixa, indo morar em São Paulo (SP) em Set/1978 onde resido até hoje. Quanto àqueles companheiros da Cozinha, nunca mais os vi, a não ser por um pequeno momento em 1981 o CB Xavier (marinheiro) numa visita à sua residência em Igapó; o Sgto Neto, que por acaso ao tomar um táxi no Alecrim para ir à antiga Rodoviária marcar a passagem de volta a São Paulo (pois eu me encontrava de férias). Há... Foi um encontro marcado pelo destino onde nos abraçamos e choramos como meninos na Rodoviária lembrando-se daqueles tempos (e todo mundo perplexo ao nosso redor, alguns chorando sem saber nem por que); depois ele foi dar satisfação a todos eles, e qual o motivo. Uma palavra dele me dói até hoje (2012) quando desta passagem: - Quando será que nos veremos outra vez, Villaça, quando? – Me perguntava em lágrimas. - Só Deus sabe Sgto Neto, só Deus sabe, dizia eu também em lágrimas. E assim foi nunca mais nos vimos. Quando de férias outra vez em 1995 fui visitar o CB Bento em sua residência; também por pouco momento. Quanto aos demais... Nunca mais os vi. 

Parte 2
A SAGA DO VILLAÇA EM SÃO PAULO



O Meu Caminho Para São Paulo

     Um certo amigo de Infância (tinha 9 anos e ele 12 anos quando nos conhecemos), que depois foi morar no Rio de Janeiro aos 17 anos com os pais, lá entrou no Corpo de Fuzileiros Navais onde serviu por seis anos, de 1968 a 1974. Depois foi expulso acusado de furtos no Batalhão Naval, o que eu só soube em 1995 por um parente próximo dele em São Gonçalo do Amarante (RN); me encontrava de férias da Empresa que trabalhava em São Paulo (SP). Em Macaíba (RN) tinha notícias dele pelos parentes e quando duas vezes de férias do Batalhão Naval no Rio de Janeiro veio visitá-los. A última vez que veio à Macaíba em fevereiro de 1975, um pouco mais de um ano após ter sido expulso (e eu não sabia), nos encontramos várias vezes. Dizia ele que tinha pedido baixa. E numa das vezes ele me interrogou.
     -Você ainda serve nos Fuzileiros Navais?
Até hoje (2012) me lembro desta pergunta feita com um forte e aparente desprezo e despeito demonstrado friamente em seu semblante.
    -Sim, disse eu normalmente percebendo que havia alguma coisa estranha nesta pergunta, coisa que eu só pude discernir quando o encontrei em São Paulo.
      -Com aquele salariozinho minguado de soldado? Questionava ele.
     -Sim, isto mesmo, disse-lhe eu.
Depois de longas conversas no período de um mês e quinze dias entre Parnamirin - RN (onde já moravam seus pais) e Macaíba pude apurar dele que pediu baixa da Marinha (sendo expulso, é claro), e foi para São Paulo (SP) trabalhar numa Empresa de Metalurgia no departamento de Segurança e Vigilância onde seu primo era Gerente de Segurança. Logo em seguida, devido o tempo que passou na Marinha, e suas experiências com armas e prática de segurança militar, passou a ser o segundo Gerente na Empresa.
     -Ganho hoje um salário de “X” Mil Cruzeiros, disse ele.
     Não me lembro hoje (2012) quanto era em Cruzeiros, mas me lembro muito bem que era igualzinho a dez salários do que eu ganhava na Marinha na época. Disse-me ainda:
     -Se você quiser ir pra lá, eu te garanto a vaga. Afinal quem manda no departamento de Segurança e Vigilância sou eu e meu primo. A Empresa têm duas filiais, a Matriz em São Paulo, a filial 1 em Santos (SP) e a filial 2 em Campinas (SP). São aproximadamente 150 seguranças ao meu comando e do meu primo. Já coloquei na Empresa 16 ex-Fuzileiros Navais. Se você for lhe garanto ganhar de “X” Mil Cruzeiros. Também não me lembro hoje quanto era em Cruzeiros, mas uma coisa eu sei dizer claramente que era quatro salários e meio ao que eu ganhava no Corpo de Fuzileiros Navais; lembro-me muito bem até hoje (2012). Aí eu, ó... Ó o olho! Partiu ele para São Paulo e eu fiquei buscando ocasiões para dar baixa dos Fuzileiros Navais a qualquer custo; por pouco não fui expulso e quase peguei cadeias próximas a expulsão; havia ocasiões para isto. Mil conselhos me davam os amigos, de soldados iguais a mim a sargentos, suboficiais e alguns oficiais, parentes e meus pais.
     -Cai fora disso Villaça, tu estás muito bem aqui - Era como se fosse um os conselhos de todos.
     Um ano depois que aquele amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval foi para São Paulo (SP), ninguém mais me segurava. Pedi baixa aos trancos e barrancos. Depois de conseguir um dinheiro, em Setembro de 1978, no finalzinho da tarde cheguei a São Paulo; era domingo. Deixei passar uma semana para me familiarizar com o ambiente onde morava e o ar da cidade. Na segunda 2ª feira fui procurar o tal amigo acompanhado de um irmão da minha Igreja (Assembléia de Deus Ministério do Belém) que conhecia muito bem a região indicada por mim. Era em Guarulhos (SP), cidade vizinha a São Paulo no bairro de Cumbica. Fomos recebidos delicadamente pelo Gerente da Empresa de Metalurgia. Após relatar minuciosamente detalhes sobre os dois personagens, me veio à mente e ao coração o que jamais eu esperava, uma terrível, amarga e desoladora tristeza e decepção. Nunca havia o tal amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval e seu primo trabalhados como Gerentes na Empresa. Havia os dois personagens trabalhados lá com segurança, apenas. Eram investigados (sem que soubessem), por desaparecimento de vários tipos de materiais valiosos na Empresa nos seus turnos. Foram presos, me disse o Gerente da Empresa, mas logo foram soltos.
     Um amigo dele que trabalhava na Empresa (e que eram compadres e que não o via a dois anos, mesmo assim tinha notícias dele) e havia ouvido a conversa, e na minha saída, na surdina, me deu um endereço onde podia eu encontrá-lo. Estava determinado a encontrá-lo, pois minhas economias não durariam muito, e eu precisava dele para ver onde ele me arranjaria um emprego (veja só, mesmo depois daquela conversa com o Gerente), pois seu compadre me disse que ele estava muito bem, e poderia me arranjar um emprego. Fui procurá-lo no tal endereço. Era uma favela grande na zona sudeste de São Paulo. Depois de quatro buscas no local indicado, em duas semanas, tive o encontro com ele depois de perceber que havia uma forte resistência do dono daquele Bar (grande, mas de aparência duvidosa) para que eu não mais o procurasse; me sondado com muitas perguntas e desconfiado se eu era de alguma organização oposta ou um agente da polícia. Até hoje (2012) não consigo entender quem era eu, sabendo destas e outras coisas e o procurava; não consigo entender.
     Não me conhecia, nunca me viu e nem era de Macaíba (RN). Mostrou-me na cara o mesmo forte e repugnante desprezo que me havia passado naquela conversa lá em Macaíba sobre se eu ainda estava na Marinha e quanto ganhava. Senti na pele e na alma gravemente as circunstâncias em que me havia metido. O ambiente era negro e tenebroso, pois eu agora me encontrava dentro de uma favela (sem nenhuma descriminação aos moradores) cercado por mais de uma dúzia de cidadãos mal encarados (inclusive ele), armados até os dentes e me observando com caras de pau e dizendo pelérias afrontivas. E esse meu amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval persistia em que nunca me viu nem me conhecia. Depois de uma longa conversa forçada e mostrando a ele todas as referências nossas e umas fotos que eu havia levado na pasta que indicavam claramente sermos conhecidos, aos pouquinhos ele foi se mostrando flexível e lembrado de muitas coisas; não havia mais agora como se negar ou se esconder debaixo daquela cabana farsante.
     -Haaaaaaá, agora sei, sim, sei. Agora me lembro de você - Apresentou-me ele uma multidão de desculpas e razões em defesa porque não mais me conhecia. Depois de umas calorosas e farsantes desculpas, me disse que naquela Empresa onde eu estive a procura dele, foi tudo uma “armada” do Sindicato da sua classe e daquele Gerente e do Diretor da Empresa de Metalurgia.
     -Eu agora trabalho num empreendimento milionário, dizia ele - Fiquei curioso para saber e ao mesmo tempo desconfiado, pois dava para perceber visível e claramente o ambiente onde eu me encontrava. Era ele um poderoso traficante de drogas tendo as eu dispor um exército de capangas e colaboradores(as). Apresentou-me um milionário “ponto” subjugado a ele onde eu ficaria rico em menos de seis meses. E eu fui jogando na “dele” até ter certeza que sairia vivo de lá.  Após todos os detalhes “armados” de como eu deveria começar e os cuidados que deveria ter me despedi dele, tendo dado um endereço falso com muitas referências exigidas onde poderia me encontrar, parti para casa. O ambiente era negro e tenebroso pela aparência e pela presença dos que ali se encontrava, ele, seus capangas armados até os dentes, e outras muitas pessoas frequentadores daquele Bar, Sinuca, Cabaré e outras muitas coisas. Ali era o quartel general dele; mas não morava lá, e sim, num endereço desconhecido no momento - dizia ele a mim. Um dia nós vamos lá. Depois de eu ver seu progresso neste serviço que acabamos de acertar. Era este o endereço que aquele compadre dele me havia passado. Mesmo assim eu tinha quase certeza que não sairia vivo de lá, mesmo depois de todo o esforço e boa vontade que ele fez para me pôr no seu ramo de serviço milionário - dizia ele. Saindo eu daqui - pensava eu - vou ser fuzilado e descartado como queima de arquivo vivo pelas informações que tive o que eu poderia passar para a família e pessoas de Macaíba, Parnamirin e Natal. Seus parentes nada sabiam disso – tinha dito ele a mim.
     Enquanto conversávamos e traçávamos detalhes sobre o andamento dos serviços que deveria assumir, eu estava em constante oração mental ao Senhor Deus Pai e ao Senhor Jesus para que pudesse sair daquele lugar com vida. Despedimos-nos com um “Até amanhã de manhã”. Então falou para dois capangas bem armados dizendo com ar de deboche: - Levem esse ex-Fuzileiro Naval até a avenida; trate bem dele. No meio do caminho até a avenida os dois só conversavam sobre quem matou por causa de dívida do tráfico e outros detalhes da bandidagem. Encontrar-me, caso eu não aparecesse no amanhã de manhã, ele jamais poderia, pois eu havia lhe dado um endereço errado no bairro da Penha com todos os detalhes que ele pedia, e confirmava dizendo “Há, conheço muito bem; há, sei onde fica; há, já sei onde é”. Eu nem sequer conhecia a Penha, os detalhes que eu dava era que tinha ouvido umas três vezes de um irmão da Igreja que trabalhava no bairro da Penha; eu mesmo morava no bairro do Brás. Se me procurou, eu nunca soube e nem poderia saber.
     No dia seguinte fui procurar emprego de futuro e de verdade. Isto me custou caríssimo, pois eu não tinha profissão definida para enfrentar as exigências das Empresas Paulistanas (capital) e Paulistas (estado). Aí me arrependi grandemente, e grandemente me lastimei de ter saído do Corpo de Fuzileiros Navais, e de não ter ouvido os conselhos dos amigos soldados, cabos, sargentos e alguns oficiais, e de meus pais; agora era tarde. Teria agora que enfrentar e matar a mãos o dragão que me enfrentava frente a frente. Depois de muito penar e sofrer (e ponha penar e sofrer nisto!), encontrei um emprego ganhando muito bem onde trabalhei por onze anos. Sai para montar uma micro-empresa em 1989 com minha esposa onde trabalhamos até hoje (2012). Hoje somos felizes (eu e minha esposa), mas sofri muito até me estabilizar em São Paulo (SP).  
     Aquele tal amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval, e que tinha uma grande empresa milionária (mas ilícita), quatro anos depois (em 1982, não me lembro o mês) do último encontro que tivemos, foi eliminado com todos os seus capangas por facções rivais do serviço milionário (mas ilícito) numa guerra sangrenta que durou quase uma semana. “Uma sangrenta guerra entre traficante que durou cinco dias assombrou os moradores das favelas... (tal e tal (não digo os nomes) com intenso tiroteio e não poucas mortes entre eles; a polícia militar interviu com intenso rigor trazendo de volta a paz às famílias” dizia os jornais do dia. Pelas fotos estampadas nos jornais pude ver algumas caras desse ilustres e degradantes guerreiros da maldade mortos e seus respectivos nomes. Conheci claramente nas fotos o amigo de infância e ex-Fuzileiro Naval e aqueles dois capangas que me acompanharam até a avenida; também estava lá aquele compadre dele que conheci na Empresa de Metalurgia.

     Parabéns Villaça pela perseverança! Que Deus ilumine seus caminhos e permita muitos anos de glória junto aos seus familiares na grande São Paulo.
QUEM É BOM JÁ NASCE FEITO!
Forte abraço dos Veteranos Contemporâneos Fuzileiros Navais.
ADSUMUS 
Obs.: esta postagem foi de 07 de maio de 2012.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Navio da Marinha visitou o Arquipélago do Bailique numa ação social, no Amapá

     Através da missão Rios de Cidadania, foram oferecidos atendimentos jurídicos, previdenciários e Médicos, além da emissão de documentos.
     O Navio Auxiliar Pará, ancorou por quatro dias na Vila Progresso, a principal ilha do arquipélago.
     A embarcação é denominado de Auxiliar, porque entre outra funções, ajuda no no desembarque de tropas e ampara populações Ribeirinhas, com atendimento médico.
      Clique no link abaixo e veja a excelente reportagem do Jornal do Amapá.
BRAVO ZULU!

terça-feira, 19 de junho de 2018

AVCFN - Festa Pai Veterano 2018

DATA: 25 de Agosto, das 12 às 17h.
LOCAL: Casa do Marinheiro – Espaço Marcílio Dias
TRAJE: Esporte.

CUSTO DOS CONVITES
- Veteranos Associados, vinculados à DAdm: TAXA DE R$ 20,00.
- Cônjuge, filhos e Convidados: R$ 80,00
- Crianças até 5 anos: R$ 20,00

AQUISIÇÃO DE CONVITES
- Os convites deverão ser adquiridos na Secretaria da AVCFN.
- No período de 20/06 a 23/08/2018
- Considerando o espaço do local da Festa, haverá um limite de 1.000 convites entre Associados e Convidados.
- Não haverá venda de convites no dia do evento.
- ATÉ DIA 20/6 VENDA DOS CONVITES EM 3 PARCELAS NO CARTÃO DE CRÉDITO.
- ATÉ DIA 20/7 VENDA DOS CONVITES EM 2 PARCELAS NO CARTÃO DE CRÉDITO.
- A PARTIR DO DIA 21/7 VENDA NO CARTÃO A VISTA.

MESAS
- As mesas serão para quatro pessoas, sem numeração.
- Os participantes devem buscar se organizar para ocupar as mesas sem alteração do layout e interdição dos corredores existentes.

DOAÇÃO DE ALIMENTOS PARA ENTIDADES BENEFICENTES
- Haverá coleta de alimentos para distribuição a entidades beneficentes. Quem não puder levar ou esquecer, poderá obter, na entrada do salão do evento, um vale alimento no valor de R$ 5,00.
- A contribuição de dois kg ou de vale alimento (R$ 5,00) é individual e desejável para os associados e seus convidados, a exceção das crianças.

ORIENTAÇÕES GERAIS
- O almoço será servido das 13h às 15h.
- É proibido o uso de chinelo, bermuda ou camisa sem manga (tipo regata).
- O Associado que retirar convite e não puder comparecer, deverá entrar em contato com a Secretaria até o dia 23AGO, para cancelar seu pedido, juntamente com a solicitação de restituição do valor pago.

Marinha do Brasil finaliza a Operação ADEREX-I/2018



A Operação ADEREX-I/18 terminou no dia 17 de junho e contou com a participação de meios navais e aeronavais. O Grupo Tarefa, composto por meios dos Comandos das Forças de Superfície, de Submarinos e Aeronaval, comandado pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Paulo César Colmenero Lopes, realizou diversos exercícios na área marítima do Rio de Janeiro.
Fonte: Marinha do Brasil - Clique e continue lendo.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Conquista do Veterano Leôncio - AVCFN/SR/FOR

     A Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais, Seção Regional de Fortaleza (AVCFN/SR/FOR), tem sido representada nos desafios e corridas de rua realizadas na Capital e interior do Estado do Ceará. 
     - No dia 20-05-2018 (domingo), em Itapajé-CE, o Vet. SO-FN-RM1-CN LEÔNCIO, representando à SR-Fortaleza conquistou o 1° lugar no Desafio ITACUP - Trail Run 21km, na categoria 50/59 anos. 
     - No final de semana seguinte, dia 27, participou da II Corrida da Infantaria promovida pelo 23° Batalhão de Caçadores em Fortaleza-CE. Evento promovido pelo Exército Brasileiro como parte das comemorações do Dia da Infantaria - 24 de maio. O Vet. LEÔNCIO conquistou o 3° lugar do pódio na categoria 55/59 anos. 
     - Já no domingo 17/JUN, voltou a colocar a SR-Fortaleza em posição de destaque no pódio, conquistando o 3° lugar nos 10km na Corrida Contra a Corrupção, etapa Fortaleza. Evento organizada pela Associação Nacional dos Delegados de Policial Federal - ADPF.
     Parabéns ao Veterano Leôncio por representar muito bem a AVCFN.
     BRAVO ZULU!
Fotos: Eriverton Fernandes.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Proposta de Cessão de Crédito ou de Margem por Empresas

DIRETORIA DE FINANÇAS DA MARINHA
       Proposta de Cessão de Crédito ou de Margem por Empresas
     – A PAPEM vem recebendo informações sobre empresas, sem vínculo contratual com a MB, que entram em contato com militares/pensionistas, oferecendo uma proposta supostamente vantajosa de investimento, por intermédio da formalização de um contrato de "cessão de crédito" ou de "margem consignável".
     Essa operação, em princípio, consiste que o militar/pensionista contraia em seu nome um empréstimo dentro de sua Margem Consignável (MC), com uma Instituição Financeira credenciada com a MB. Após receber o valor do empréstimo, o militar/pensionista assina um suposto contrato com uma dessas empresas, cedendo parcial ou totalmente o montante recebido em decorrência do empréstimo realizado. Em alguns desses contratos, essas empresas se comprometem a depositar mensalmente na conta corrente do militar/pensionista, o valor referente à parcela do empréstimo que o militar/pensionista contraiu com a Instituição Financeira credenciada com a MB, acrescido de um valor a título de rendimentos advindos de uma suposta aplicação financeira do capital cedido à essas empresas.
     Nesse contexto, é importante deixar claro o seguinte:
     a) a MB possui um processo de credenciamento das Instituições Financeiras que consignam empréstimo em Bilhete de Pagamento (BP). Tal acordo administrativo, até certo ponto, consiste em uma segurança aos militares/pensionistas na obtenção de empréstimos;
     b) a MB e as Instituições Financeiras que consignam os empréstimos não possuem qualquer relação contratual com essas empresas, que oferecem esses contratos de "cessão de crédito" ou de "margem consignável"; e 
   c) no caso da ocorrência de qualquer fato que impossibilite essas empresas de cumprirem o citado acordo, o militar/pensionista continuará responsável em arcar com as parcelas da dívida referente ao empréstimo que ele contraiu com a Instituição Financeira, até porque estarão constando como descontos em seu BP. 
     Recomenda-se ao militar/pensionista que, antes de efetuar qualquer negociação financeira, principalmente envolvendo esse tipo de empresa ou negócio, analise minuciosamente os termos e condições ofertadas e desconfiem de vantagens oferecidas muito superiores às praticadas atualmente no mercado.
     Extrato do BONO Nº 457 DE 15 DE JUNHO DE 2018

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Clube Beneficente dos Sargentos da Marinha - AVISO

     O Clube Beneficente dos Sargentos da Marinha (CBSM),
avisa que no dia 18 de julho de 2018 (quarta-feira), às 14 horas, uma equipe do Serviço de Veteranos e Pensionistas da Marinha (SVPM) fará uma palestra no Salão Nobre daquele Clube.
     Assim sendo, convida os Sócios Efetivos, demais militares e seus dependentes para assistirem a referida palestra.
     Fonte: Secretaria do CBSM.
   Se liga Veteranos, essa palestra é muito interessante para a Família Naval, principalmente para os que já estão na Reserva/Reformados e Pensionistas.
     Parabéns pela iniciativa do CBSM/SVPM.
     BRAVO ZULU!
     ADSUMUS!

14 de junho, início da Copa do Mundo, é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue.


     Saúde Naval – Não espere os 45 minutos do segundo tempo para ajudar quem precisa. Em 14 de junho, além do início da Copa do Mundo, é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue. O Saúde Naval parabeniza todos os doadores regulares de sangue e incentiva quem ainda não doa a pensar no assunto e fazer a diferença! Um verdadeiro craque doa sangue e salva, no mínimo, três vidas de uma só vez. Faça também este golaço de solidariedade! Depois, é só correr pro abraço. Acesse: www.saudenaval.mar.mil.br/dia-mundial-do-doadorde-sangue.
Extrato do BONO Nº 456 DE 14 DE JUNHO DE 2018

Segue a nota do Saúde Naval: 

O Dia Mundial do Doador de Sangue é comemorado anualmente em 14 de junho. O objetivo é homenagear todos os doadores de sangue e conscientizar os não-doadores sobre a importância deste ato, que salva milhares de vidas.
A data foi criada por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2004, e o dia escolhido é uma homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner (14 de junho de 1868), um imunologista austríaco que descobriu o fator Rh e várias diferenças entre os tipos sanguíneos. Karl recebeu o prêmio Nobel de Medicina em 1930, pela descoberta do sistema de grupos de sangue ABO.
A oportunidade relembra a relevância deste ato de solidariedade, que deve ser feito com regularidade para garantir o abastecimento de sangue a todos os pacientes que precisam de transfusões. Há também uma preocupação em abordar a importância de se manter um estilo de vida saudável para proteger as vidas dos doadores e dos pacientes, que poderão contar com um sangue seguro, utilizado em muitos procedimentos, principalmente nos de emergência. Desta forma, manter uma quantidade estável nos bancos é fundamental para que mais pessoas possam ser socorridas de maneira adequada.
Uma única doação (onde são coletados no máximo 475 ml de sangue) pode ser usada para salvar, no mínimo, três vidas. Atualmente, no Brasil, são doadas cerca de 3,6 milhões de bolsas de sangue por ano, conforme dados do Pró-Sangue. A campanha #PartiuDoarSangue enfatiza que apenas 1,8% da população se dispõe a doar sangue, enquanto o ideal seria 5%. O cenário vem mudando com as sucessivas campanhas de esclarecimento junto à população. Mas, afinal, quem pode doar sangue?
    Para ser doador é necessário:
  • Ter entre 16 e 69 anos, sendo a primeira doação até os 61 anos;
  • Ter acima de 50 quilos;
  • Não ter Hepatite B ou C, Doença de Chagas, Sífilis, HIV (Aids), HTLV;
  • Estar bem alimentado e descansado;
  • Se estiver gripado, esperar no mínimo sete dias para doar;
  • As grávidas devem esperar entre 90 e 180 dias após o parto; e
  • Após uma doação de sangue, as mulheres devem esperar 90 dias para voltar a doar, enquanto que os homens devem esperar, no mínimo, 60 dias.
Henrique Wajnberg

Capitão de Corveta(Md)
Médico Assistente do Serviço de Hemoterapia
Hospital Naval Marcílio Dias

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Possibilidade cancelamento da contribuição específica de 1,5%.

SERVIÇO DE VETERANOS E PENSIONISTAS DA MARINHA
NOVO!! Possibilidade de cancelamento da contribuição específica de 1,5%. 
O militar que não possua dependentes que se beneficiariam com a contribuição específica do 1,5% pode encaminhar requerimento para análise deste Serviço. 
Clique nos links abaixo para obter maiores informações ou para baixar o modelo de requerimento.
MARINHA DO BRASIL 
SERVIÇO DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA MARINHA 
Informações sobre a possibilidade de cancelamento da contribuição de 1,5% Pelo Parecer nº 21/2015 da Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando da Marinha foi apresentado o seguinte entendimento:
 “os Requerimentos contendo pedido de cancelamento da referida contribuição deverão ser deferidos, desde que o militar não possua dependentes que se beneficiariam com tal contribuição.” No caso de militar inativo, a competência para despachar os requerimentos é do Diretor do Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha. Nesse requerimento o inativo requer e declara renunciar, em caráter irrevogável, à contribuição da parcela específica de 1,5% por não possuir dependentes em condições de se tornarem pensionistas beneficiados com a referida contribuição. 
O modelo do requerimento está disponível na página do Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha (SIPM) e deverá ser encaminhado: por intermédio das OM de Apoio e Contato fora de Sede; pelo correio; ou através dos Setores de Atendimento ao Público do SIPM na Sede.
Fica reservado ao SIPM o direito de indeferir o pedido, caso verifique nos registros do Banco de Dados de Pessoal (BDPes) a existência de dependentes passíveis de habilitação futura à pensão militar deixada pelo militar. 
Com o propósito de orientar os militares inativos acerca da contribuição de 1,5%, o SIPM presta as seguintes informações que devem ser consideradas antes do encaminhamento do requerimento: 
a) a contribuição de 1,5% foi instituída pela MP nº 2.215-10/2001, para a manutenção dos benefícios previstos na Lei nº 3.765/1960 (Lei de Pensões); 
b) para o militar que OPTOU por contribuir com o 1,5%, os seguintes benefícios da Lei nº 3.765/1960 foram mantidos: 
 As filhas de qualquer condição terão direito à pensão; 
 Os beneficiários da pensão poderão acumular duas pensões militares (por exemplo: pensionista viúva de militar acumular com a pensão de filha de militar); 
 A mãe viúva, solteira ou desquitada, e o pai inválido ou interdito terão direito à pensão; 
 As irmãs germanas e consanguíneas, solteiras, viúvas ou desquitadas, bem como os irmãos menores mantidos pelo contribuinte, ou maiores interditos ou inválidos terão direito à pensão; e 
 A pensão para netos, (órfãos de pai e mãe), nas mesmas condições estipuladas para os filhos. c) para o militar que NÃO OPTOU por contribuir com o 1,5%, a pensão militar será deferida na seguinte ordem, de acordo com as alterações introduzidas pela MP nº 2.215-10/2001: 
 Cônjuge, ex-cônjuge pensionada ou companheira (o); 
 Filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela até 21 anos de idade ou até 24 anos de idade, se estudantes universitários ou, se inválidos, enquanto durar a invalidez; 
 Mãe ou pai que comprovem dependência econômica do militar; 
 Irmão órfão, até vinte e um anos de idade ou, se estudante universitário, até vinte e quatro anos de idade, e o inválido enquanto durar a invalidez, comprovada a dependência econômica do militar; e 
 Pessoa designada, que viva na dependência econômica do militar, sendo menor de vinte e um anos de idade ou inválida (enquanto durar a invalidez), ou maior de sessenta anos de idade.
Fonte: Site do Serviço de Veteranos e Pensionistas da Marinha. (SVPM)

Encontro de Veteranos FNs do "CAdest"

     No dia 2 de junho 2018 (sábado), aconteceu na Churrascaria Serra Gaúcha, no Pistão Sul de Taguatinga/DF, um histórico encontro de Veteranos do então Campo de Adestramento (CAdest) do Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNBr), cujo encontro foi organizado pelo Veterano Geovane da Turma 1/85, o qual designou como sendo “Almoço com o Lucena”.
     Fiquei muito honrado com a presença de aproximadamente 18 Combatentes Anfíbios de várias Turmas de Recrutas Fuzileiros Navais, as quais tive a oportunidade de ser instrutor naquele destacamento. É verdade que nem todos seguiram a carreira militar no Glorioso Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), preferindo outras atividades como Polícia (militar, civil e federal), Bombeiro Militar, empresários de vários ramos da vida civil e etc.
     O destaque no evento foi a presença do Veterano Abrão com seus produtos (CACHAÇA “CANA DA TERRA” envelhecida por seis anos, em barril de carvalho americano), do Alambique ‘Cana Brava’’ em Alexânia/GO. Sempre falei pro Abrão que, ao meu paladar, a “Cana da Terra” é a melhor cachaça do Goiás, tanto que foi premiada com medalha de ouro na 28ª Expocachaça/2018 (7 a 10/JUNHO) em Belo Horizonte/MG, a qual, tive a oportunidade de participar.
     Deixo aqui registrado um agradecimento a todos os amigos que compareceram ao evento, assim como aos que por motivos diversos, deixaram de comparecer, e, um especial agradecimento ao Geovane pela dedicação à organização do evento, bem como, ao Guterman (Tenente-Coronel do CBMGO) que veio de Anápolis para Brasília afim de participar exclusivamente do referido almoço.
Muito obrigado a todos!
ADSUMUS!
Guterman, Antônio, Abrão, Marizon e Geovane
Esta última, foi curtindo a ressaca na casa do meu sobrinho Junior.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

24o Encontro do Clube Carioca da Cachaça (CCC),

     No próximo dia 16/JUN/18 (Sábado), ocorrerá o 24o Encontro do Clube Carioca da Cachaça (CCC), regado com preciosas “branquinhas” e com a participação de muitos amigos apreciadores da nossa genuína bebida.
     Por estarmos no mês de festas junina, ofereceremos além das cachaças, quentão e doces típicos de festa junina, venha comemorar mais um encontro. 
Este mês teremos a presença dos produtores da Cachaça Senta a Pua e Cachaça Serra de Areia.
     Vale ressaltar que o encontro mudou de horário e local, ocorrerá a partir das 13 horas e será no Cachaça Social Club à Rua do Resende 53 - Lapa.
     Outra novidade, é que nesse evento todos os associados portando a carteirinha terão desconto de 10% na comanda, porém todos pagarão a adesão de R$ 20,00,
     Os associados devem levar sua carteirinha.
     Contamos com sua valiosa presença e de seus amigos.
     Confirmem presença no Link abaixo:


Novo Porta-Helicópteros da Marinha do Brasil recebe indicativo de costado

     

Conforme foto anexa e como parte do processo de transferência para a MB, o HMS “Ocean” recebeu, nesta semana, seu novo indicativo de costado na cidade de Plymouth, Inglaterra.
Ao ser incorporado à Marinha do Brasil, receberá o nome PHM Atlântico e será empregado em operações aéreas com helicópteros, operações anfíbias com tropas de fuzileiros navais e em missões de controle de área marítima para proteção de linhas de comunicações marítimas. Além disso, conduzirá atividades de apoio logístico, de caráter humanitário, de auxílio a desastres naturais e de apoio a operações de manutenção da paz.
A Mostra de Armamento do PHM Atlântico à MB será realizada em 29 de junho, sendo a conclusão do processo de transferência do navio prevista para o final de julho e sua chegada ao Brasil em agosto.
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
"Marinha do Brasil, protegendo nossas riquezas, cuidando da nossa gente"

terça-feira, 5 de junho de 2018

Encontro de Fuzileiros Navais CN - Natal RN

QTR: 1100P
QSJ: R$ 60,00/FN-CN
QSJ: data limite: 05JUL18
QTH: CEPE [veja imagem QTH abaixo]
QSO: TX MSG [usar campo comentários do blog]
QSL?

Vou tentar traduzir:
Data: dia 21 julho 2018.
Horário início: 11h.
Local: CEPE-Natal. Clube dos Funcionários da Petrobrás. Av. Airton Sena com final da Av. Maria Lacerda Montenegro, Nova Parnamirim. [no post do blog tem uma imagem/mapa de localização]
Taxa de adesão: R$ 60,00 por pessoa.
Data limite para adesão: 7 de julho 2018.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Letra "P" ? Tô Fora...

Desconfie sempre das coisas que começam com a letra "P"
  
Por exemplo:
P adre, P astor, P rostituta,
P edófilo,
P reconceito, P uritanismo, P este, P istoleira, P itimba, P araguai, P arada, P iada americana, P rivada pública, P rivilégio, P referência, P isada no calo, P romessa P roblema, P iscada de gay,
P edido, P eido, P eso, P inga, P aixão, P ensão do INSS, P restação, P arente, P endência, P ixador, P ardal,   P rova,  P romissória, P odre, P residente, P refeito, P erfeccionista, P olícia,  P olítico,   P é d'água, P neu furado, P raga, P uxa saco, P siu, P reguiça, P iruá, P ivete, P irraça, P orteiro, P resunçoso, P ernilongo, P elego, P atrão, P artido, P ederasta,  P etista, P raia de Ramos, P izza... P izza???
- É, ainda mais quando é: 
P reparada no P alácio do P lanalto e servida P or P arlamentares ao P obre e P atético P ovo brasileiro! P uta que P ariu! Eu ainda não havia P ensado nisso! Que P erigo! P utz! P ois é... E ainda tem o Palocci...

PT Saudações!
Desconheço o autor.

sábado, 2 de junho de 2018

Programa gravado no Hospital Naval Marcílio Dias será exibido no Canal Saúde

A partir do dia 04 de junho, o “Canal Saúde na Estrada”, da emissora do SUS, irá exibir programa gravado no Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD) com temática sobre saúde e usinas nucleares. 
O programa pode ser assistido, na TV Aberta, pelos canais 2.4 (Rio de Janeiro e Brasília) e 62.4 (São Paulo) e pelo site www.canalsaude.fiocruz.br.

O "Canal Saúde na Estrada" é exibido, ineditamente, às 10h das segundas-feiras.
Horários alternativos: 
Segunda - 14h30 e 20h;
Quarta - 10h, 14h30 e 20h;
Sexta - 10h e 14h30;
Sábado - 17h; e 
Domingo - 13h
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
"Marinha do Brasil, protegendo nossas riquezas, cuidando da nossa gente"

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Trabalhando a família...

Vejam que belo evento!
Ótima oportunidade em família!
Detalhe, todos os "Sacomuchianos" tem 20% de desconto, não interseção o número de pessoas!
Vejam:

TRABALHANDO A FAMÍLIA – FORTALECENDO VÍNCULOS
Dia: 10/06 - das 10h às 16:30h.
Almoço das 12:30 e 14h
(O almoço não estará incluso no evento

Programação manhã:
10:00 às 10:30h - Recepção dos participantes e informações gerais.

- 10:30 às 12:30h - 2 oficinas simultâneas.

Escolha a sua:
Oficina 1 – Pais e filhos: Construções familiares - crianças a partir de 3 anos e seus responsáveis explorarão possibilidades com sucatas.

Oficina 2 – Criatividade no Cotidiano - crianças a partir de 10 anos e seus responsáveis trabalharão soluções criativas no cotidiano.

Programação tarde:
- 14:00 às 16:00h - 2 oficinas simultâneas.

Escolha a sua:

Oficina 3 – A Mulher – sua subjetividade e papéis na vida - mulheres a partir 18 anos refletirão sobre os atributos femininos, seus arquétipos e múltiplos papéis.

Oficina 4 – Origami - Transformação e criatividade - crianças a partir de 3 anos e seus responsáveis. Aprender a transformar uma simples folha de papel em um objeto de decoração, um brinquedo ou outro objeto tridimensional.

16:00 às 16:30h – Encerramento (Sala 2) - Dança para Todos

- Ao final do evento, haverá sorteio de brindes com os participantes.

Profissionais responsáveis:
Anajô Antunes – Arteterapeuta, Brinquedista e Origamista; Maira Martins - Psicóloga, CRP-05/6376, Especialista em Estimulação Precoce, Psicomotricista, Brinquedista e Origamista.

Silvânia Pinto - Graduada em Marketing, Certificada em controle da mente, Cuidadora de Idosos e Brinquedista.

Sérgio Magalhães – Psicopedagogo, Mestre em Sistemas de Gestão. Experiência em consultoria em Gestão de Pessoas.

Vânia Paraízo – Psicóloga, CRP 43134, Pós-graduada em Neurociências e Coach;

Sônia Lucena – Psicóloga clínica, CRP 53575, Mestre em Comportamento organizacional, Especialista em Psicomotricidade.

Thaís Castro – Pedagoga, especializada e licenciada em Jazz, Ballet, Pilates e Ballet Clássico.

Investimento:
- Crianças até 12 anos (acompanhadas por seu responsável) – grátis.

- 1 adulto em 1 oficina – 30,00 e 1 adulto em 2 oficinas – 50,00
Pacote por família:
- 2 adultos em 1 oficina – 50,00 (a partir de 2 pessoas da mesma família, acréscimo de 10,00 por cada pessoa adicional)

- 2 adultos em 2 oficinas – 70,00 (a partir de 2 pessoas da mesma família, acréscimo de 15,00 por cada pessoa adicional)

Local: Rua das Laranjeiras, 430 – Loja I – Rio de Janeiro – RJ.

Mais informações e inscrições: (21) 2143-4451 / 99872-8149 / 98605-1971 / essencecorpoemente@outlook.com.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Marinha abre concurso com salário de até R$11 mil

Foram publicados três editais de concursos públicos da Marinha do Brasil com 22 vagas distribuídas pelo Quadro Complementar de Intendentes (10), Quadro Complementar de Fuzileiros Navais (9) e Capelães Navais (3). As inscrições são aceitas entre os dias 23 de maio e 5 de junho de 2018 no site Ingresso na Marinha.
É preciso ter menos de 29 anos no dia 1º de Janeiro de 2019 para o concurso dos quadros complementares e menos de 41 anos para o concurso de Capelães Navais.
Os concursos serão realizados por meio de prova objetiva, redação e inglês (essa última disciplina somente para Intendentes), Análise de Títulos, Inspeção de Saúde, Teste de Aptidão Física (TAF), entre outras, além do Curso de Formação de Oficiais (CFO), com duração de 39 semanas. Após isso, os formados ocuparão o posto de Primeiro-Tenente (Capelães Navais) e Segundo-Tenente (quadros complementares), com rendimentos iniciais de R$11 mil e R$10.111, respectivamente.